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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O Clube Dramático de Pitangui

Joaquim Patrício, em seu livro "FIGURAS E FATOS DE MEU TEMPO" faz um relato sobre as Artes Cênicas em Pitangui no primeiro quartel (25 anos) do século vinte, que apresento nesta postagem. Ao ler este trecho do livro de Patrício me supreendo com a efervescência cultural daquele período. Segue abaixo o texto na íntegra. Boa leitura.


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O CLUBE DRAMÁTICO

Em matéria de arte, Pitangui já foi bem mais adiantada. Teve o seu Clube Dramático, sociedade de amadores, que nos deu esplêndidas representações.
O teatro ficava à Rua Direita, ao lado do Hotel Comércio. Tinha boa acústica, aparência agradável, platéia ampla, bom palco, dispunha de cenário variado e expressivo pano de boca.
Nos seus grandes dias, de casa à cunha, as famílias emprestavam as cadeiras, que eram numeradas e dispostas na platéia. Sales Couto e Pedro Ivo, duas vocações para o palco, brilhavam como amadores. Seriam destacadas figuras em qualquer teatro se tivessem feito da arte de representar uma profissão.
Ao lado deles, que eram os primeiros, figuravam Faustino Otto, Cristóvam e Lalá, Favuca e Cristino Lage, Sinhasinha (sic) e Emiliana.
Francisco Rocha, pintor renomado, tinha muito gosto para o teatro. Encarregava-se de ensaios, fazia o "ponto", e até escrevia interessantes dramas, muito apreciados, sempre aplaudidos: "O Segredo da Confissão" e "O Poder do Ouro", de sua autoria, foram levados à cena muitas vezes, sob chuvas de palmas.
O público apreciava também "O Primo da Califórnia", "O Anjo da Meia Noite" e principalmente "O Fantasma Branco", opereta de Macedo, sucesso infalível.
Os espetáculos se realizavam quando havia comemoração religiosa na Igreja. As festas do Pilar, de S. Sebastião e do Rosário terminavam com animadas representações.
Quinze dias antes do espetáculo, começavam os ensaios, e o teatro, sempre de porta aberta, se enchia de namorados que lá se encontravam para suas confidências.
O ensaio geral era um pré-espetáculo, gratuito, com a latéia lotada e sob aplausos gerais.
Na noite de gala, antes do primeiro ato, a Música do Clube (porque o Clube tinha a sua Banda, e muito boa), tocava deliciosa "ouverture", e só depois o pano subia. A platéia emocionada batia palmas e o espetáculo começava...
Além das representações feitas com tanto aplauso, pelos amadores locais, aqui apareciam com frequência companhias vindas de fora, atraídas pelo interesse que em Pitangui se dedicava ao teatro.
Aqui esteve a companhia seleta de Antônio Fernal, que depois se fez jornalista e brilhou na imprensa mineira; Antônio Palhares, excelente cômico, que mais tarde aplaudi no Rio; Onélia Menzatri, transformista exímia; Prismel,afamado prestigiador, Giulieta Dionezzi, violinista insigne. Todos deleitaram a platéia de Pitangui e aqui ganharam muitas palmas. Sempre que havia representações, o intervalo de um ato para o outro era enorme, possibilitando a assistência ir até à casa de João Caldas, em frente às palmeiras, para tomar um cálice de vinho do Porto, naquele tempo legítimo e barato, e apreciar os bolos de arroz de D. Aurora, que os fazia deliciosos e os envolvia em papel de seda repicado e multicolorido.
Todos iam ao bar improvisado do João Caldas, ou tomavam o cafezinho da Cota Danta ou da Sinhanja, com os apreciados coscorões, cuja fórmula só as duas conheciam.
A polícia, às vezes, dava uma nota dissonante: por dá cá aquela palha, queria "manter a ordem" e o barulho se armava.
Em matéria de arte, tínhamos duas bandas de música, ambas excelentes. A banda do Clube, cujo maestro era Nhonhô Macedo, dirigida pelo Major Agenor, e a banda Nunes, regida e dirigida pelo Quito.
Mas isso é assunto para outra crônica...

Fonte: PATRÍCIO, Joaquim. Figuras e Fatos de meu tempo "contribuição ao estudo da vida social e política de Pitangui no primeiro quartel deste século". Belo Horizonte: Ed. Bernardo Álvares,1964.

sábado, 26 de setembro de 2009

BENDITA a voz entre as mulheres



Foi ontem, o tempo ajudou, o ônibus quebrou, o espetáculo atrasou, mas no final o resultado foi gratificante. Me refiro à apresentação do "Grupo do Beco" em Pitangui, encenando a peça "BENDITA a voz entre as mulheres". A noite estava bonita, com um céu estrelado, temperatura agradável, quando chegamos na quadra do CEPFS. A trupe ainda montava o cenário minutos antes das 20:00 h., um imprevisto na estrada os impediu de chegarem mais cedo,coisas da vida mambembe. Mas o espetáculo não pode parar,né? Corre daqui, corre dali, conecta plug, carrega biombo, prepara o guarda-roupas, verifica a luz, ufa... e o povo chegando com aquele conhecido ar desconfiado do interior de Minas Gerais, "afinal, esse tal de teatro é novidade pra nós,némêsss?" O certo é que o cenário foi montado e ficou bonito, faltava os últimos acertos no som, então rola Cartola e a poesia do morro.


Fotos: Licínio Filho

Está quase na hora do início do espetáculo, quando vem chegando o Dênio, faço um sinal e ele vem pra perto de nós, trocamos cordialidades, papo vai, papo vem, algumas cadeiras são colocadas próximas ao "tablado" improvisado. Diante da esitação dos demais, nos acomodamos para assistirmos de posição privilegiada ao espetáculo.

Dênio, Licínio & Rosenice

Um dos atores entra para anunciar o espetáculo, se desculpar pelo atraso, anunciar patrocinadores entre outras formalidades. O burburinho nas arquibancadas vai diminuindo até que... começa a peça.


A vida ganha os becos de uma comunidade, com seus personagens típicos, o vai-e-vem de seus moradores a circular com suas angústias e sonhos.


Bom dia Sô Fulano! Como vai Dona Maria?
Até parece singela aquela triste rotina.

E a trama ia transcorrendo...

dramática...

cômica...

envolvente.

O universo feminino sob a ótica das mulheres do povo, a outra face do Brasil marcada pela exclusão social, a violência urbana, os conflitos familiares, a roda viva a nos levar. Belo espetáculo, maravilhosas atuações que sensibilizaram muitos que ali estiveram. As lágrimas nos olhos de alguns presentes demostraram que o artista cumpriu seu papel: emocionar a platéia. Parabéns a todos do "Grupo do Beco", esperamos que a passagem de vocês por Pitangui desperte um outro olhar para a cultura em nossa cidade.

Entre sorrisos e lágrimas






Todas as fotos desta postagem são creditadas a Licínio Filho

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Grupo do Beco em Pitangui

Hoje e amanhã teremos espetáculo teatral em Pitangui se o tempo ajudar. Já explico: o "Grupo do Beco" de Belo Horizonte se apresenta por aqui, na quadra do CEPFS a partir das 20:00 h. e se chover o espetáculo pode ser adiado, pois a quadra não é coberta. Me parece que o evento é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.
A história deste grupo teatral é bem interessante. Surgiu em 1995, no aglomerado Santa Lúcia, uma das maiores favelas da capital mineira. Sua proposta é aliar a busca de qualidade e a transformação social, no sentido de resgatar as origens populares do teatro. Em Pitangui, o grupo apresenta o espetáculo "BENDITA a voz entre as mulheres".
Estaremos lá e amanhã trarei notícias sobre a apresentação. Ah... a entrada é franca, compareçam.
Ao Grupo do Beco desejo-lhes "Merda!". Calma pessoal, "Merda" quer dizer sucesso, boa sorte no jargão das Artes Cênicas.



Reprodução de cartaz.
Fonte:
http://grupodobeco.blogspot.com/

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Salve o verde: o Tucano veio nos visitar

Foto: Licínio Filho


Um bando de tucanos aparece quase todos os fins de tarde em uma área verde que limita com meu quintal. E não são só os Tucanos, outros bichinhos também aparecem por aqui com uma certa frequência, nesta primavera quero fazer alguns registros fotográficos e postá-los no blog. Esta foto ficou um pouco fora de foco, foi a surpresa em ver ave tão bela.
Ah... e nada de querer capturar os bichinhos,hein!?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mina da Lavagem: um outro olhar

Foto: Léo Morato

Neste 21 de se
tembro, dia da árvore, nosso foco vai para este belo exemplar da flora pitanguiense. Ao fundo da Mina da Lavagem - situada à rua Marechal Floriano Peixoto - a árvore existe há anos, gerando sombra e ajudando a conservar a aguá que brota da Mina.


Mina da Lavagem Foto: Léo Morato


Fornecendo água potável até hoje, a Mina tem grande representatividade histórica. No tempo do garimpo (século XVIII) o local servia para matar a sede e lavar o cascalho, separando o ouro.

"A cada ano que passa, maiores são as discussões sobre os temas relacionados à preservação do meio ambiente. Hoje, percebemos que há muito o que ser feito e que depende somente de nós, para podermos reverter alguns quadros críticos de destruição do meio ambiente.

Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Savanas, Desertos, Pântanos... Todos estes espaços têm vida no planeta. Por menor que seja o ser vivo, ele faz parte de uma cadeia gigantesca de necessidades vitais para a sobrevivência de outros seres que provém a oportunidade de vida na Terra. O ser humano, como maior responsável pelas ações de progresso no planeta e como maior beneficiário dos recursos naturais, tem obrigação por manter o nosso ambiente habitável pelo maior tempo possível.

Parques e Reservas Naturais são ótimas alternativas para convertermos a situação atual, mas ainda precisamos fazer mais. Se cada brasileiro plantasse uma árvore ao ano, em dez ano conseguiríamos multiplicar imensamente a absorção de todos os poluentes do planeta.

Enquanto uns esperam, faça você a sua parte. Plante árvores, eduque da melhor maneira possível os que lhe cercam, participe como voluntário em iniciativas, mesmo que elas sejam pequenas. Cada um de nós fazendo um pouco, conseguiremos altos resultados".

Fonte: http://www.diadaarvore.org.br/


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Unidos do São Francisco: um outro olhar

Rua do Pilar
Descendo as ladeiras do centro atrás da Bateria da Escola de Samba Unidos do São Francisco ( GDSRCESUSF). Uma das mais autênticas manifestações culturais da cidade! O evento foi organizado pela Prefeitura de Pitangui, no Carnaval de 2008.

Tambores de Pitangui



O povo brincando na rua

domingo, 13 de setembro de 2009

Bombom de Cachaça


Mais uma receita da cozinha mineira, o "Bombom de Cachaça",não indicado para quem está parando de fazer uso da "Marvada". Esta receita é da cidade de Salinas. Saboreie.




INGREDIENTES:
  • meio quilo de chocolate ao leite em barra, ralado,

  • meio quilo de chocolate meio amargo em barra, ralado;

  • 2 caixas (200 g. cada) de creme de leite (sem soro);

  • 1 copo americano de boa cachaça.

PARA A COBERTURA:

  • 1 Kg. de chocolate meio amargo hidrogenado.

MONTAGEM:

  • fôrmas de acetato no tamanho desejado.

COMO FAZER:


1) A massa - em uma panela, levar ao fogo brando o creme de leite até que fique morno. Em seguida, pôr os dois tipos de chocolate e misturar até dissolver. Tirar a panela do fogo, pôr a cachaça e misturar bem. Reservar.


2) A cobertura - derreter o chocolate meio amargo em banho-maria ou no microondas. Reservar.


3) A montagem - em fôrmas de acetato, pôr a cobertura, ja morna, com a quantidade que preencha toda a fôrma. Retirar o excesso para que fique apenas uma casca fina. Retornar o excesso para o recipiente onde está a cobertura. Levar ao congelador por cinco minutos, até que a casca endureça. Pôr um pouco da massa em um saco plástico. Fazer um furo pequeno na ponta e despejar nas forminhas, até preenchê-las. Completar com a cobertura e levar ao congelador por 10 minutos.


Fonte: Sabores de Minas, v. 35 - Suplemento do jornal Estado de Minas.

sábado, 12 de setembro de 2009

Literatura e Memória: Betto Santiago


Livros: Passaporte para o futuro.

Aqui estamos nós novamente. Como foi dito pelo Licínio, esta seção do blog é reservada aos escritores pitanguienses. E hoje, vamos falar sobre Carlos Alberto Santiago Pereira. O pitanguiense Betto Santiago - nascido em 21 de abril de 1959 - expressa o seu estilo literário por meio de versos, utilizando-se da irreverência e estimulando o senso crítico dos leitores.
Escritor independente, autor de dez livros: À Procura De Respostas. Adágios E Plágios. Betto Selleres. Eternamente Provisório. Filosofia Acidental. Morte do Marginal. Neografia. O Menino De Óculos. O Não Nosso De Cada Dia. Tudo Nos Conformes.
Um pouco da irreverência do Betto : "Liberal, não tenho nada contra quem trabalha. Sem vícios, só bebo e fumo quando jogo... Não acredito em ets, eles são muito mentirosos (pelo menos os dois que conheci). Gosto muito de viajar, já fui em Brumado e Velho da Taipa. Tô juntando dinheiro pra conhecer Conceição do Pará. Sua vida não é da minha conta desde que não ponha o pé na minha janta. Resumindo: Quem não gosta do meu jeito não é do jeito que eu gosto. PS: ajude um pobre a beber cerveja. Adquira um exemplar”.
Essa é só uma amostra grátis do talento desse nosso poeta.

Contatos com o Betto: Rua Chiquinho Teodoro, 124 Centro - Pitangui MG. Ou http://www.orkut.com.br/Main#Home?rl=t

Tributo ao Pernilongo
Oh. Mísero Inseto
rouba meu sono
minha inspiração.
Ainda há pouco
interrompi um poema
por sua causa.
Oh. Maldito inseto
tão repugnante e poderoso
capaz de nos levar à loucura,
capaz de me fazer
amaldiçoar a natureza,
a duvidar de Deus.
Tão insensível aos inseticidas
parece imortal.
Até que a minha mão o esmague
num gesto de desabafo.
Parece a minha consciência
a cobrar meus atos.
(Do livro: Filosofia Acidental)

“Transformar na fantasia é o primeiro passo para transformar na realidade, é provar que recriar o Brasil é possível e preciso”. (Hebert de Souza).

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Gustavo Capanema


Gustavo Capanema (1900-1985) nasceu em Pitangui, onde também deu início a sua vida pública, com a vereança. Em 1924 forma-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais, regressando à sua cidade natal onde exerce a advocacia e o magistério na Escola Normal, como professor de Psicologia Infantil e Ciências Naturais, período em que também é eleito vereador. Com o retorno para a capital mineira, em 1930, ocupa cargos no governo de Minas de Gerais. Criado em 1930, o Ministério da Educação e Saúde Pública, foi ocupado inicialmente por Francisco Campos, que dá lugar, em julho de 1934, a Capanema, que permanecerá no cargo até 1945, apadrinhado por Alceu Amoroso Lima, liderança intelectual representativa do pensamento católico. Já no Ministério irá se cercar de modernistas e intelectuais como Carlos Drummond de Andrade (chefe de gabinete), Mário de Andrade (autor do anteprojeto de criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e Rodrigo Melo Franco de Andrade (responsável pela implantação do SPHAN e seu diretor por trinta anos). Em 1937 encaminha ao Congresso o Plano Nacional de Educação. Em 1942, sob os auspícios do estado novo e por iniciativa de Capanema, iniciam-se as reformas de ensino, de níveis (primário e secundário) e modalidades (ensino técnico profissional: industrial, comercial, normal e agrícola), traduzidas nas chamadas “leis orgânicas do ensino”, que se estendem até 1946.
Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 10 de março de 1985. Era casado com Maria de Alencastro Massot, filha do coronel Afonso Emílio Massot, comandante por mais de 20 anos da Brigada Militar do Rio Grande. Teve dois filhos.

Trajetória política: Capanema foi vereador em Pitangui, pelo Partido Republicano Mineiro (1927-1930); oficial de gabinete de Olegário Maciel, presidente de Minas Gerais (1930); secretário do Interior de Minas Gerais (1930-1933); um dos organizadores da Legião Liberal Mineira (1931) e do Partido Progressista de Minas Gerais (1933); interventor interino em Minas Gerais (1933); ministro da Educação e Saúde (1934-1945); deputado à Assembléia Nacional Constituinte de 1946 pelo PSD (Partido Social Democrático) de Minas Gerais e deputado federal pela mesma legenda (1946-1959); líder da maioria na Câmara de Deputados (1952-1955); [...] deputado federal pelo PSD-MG (1961-1965); [...] deputado federal pela Aliança Renovadora Nacional-MG (1966-1971); senador pela mesma legenda (1971-1979)


Ps.: Por sua força e habilidade política, nosso "nobre pitanguiense" pouco fez (ou quase nada fez) pela nossa cidade !!!!!!!!!

Estações: Quando entrar setembro.

Manhã de setembro em Pitangui

Sol De Primavera
(
Beto Guedes e Ronaldo Bastos)

Quando entrar setembro

E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão

Onde a gente plantou

Juntos outra vez


Já sonhamos juntos

Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz

No que falta sonhar


Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho

Mesmo assim é facil inventar

Uma nova canção
Que venha nos trazer


Sol de primavera

Abre as janelas do meu peito

A lição sabemos de cor

Só nos resta aprender


Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção

Que venha trazer


Sol de primavera

Abre as janelas do meu peito

A lição sabemos de cor

Só nos resta aprender

"Da janela lateral do quarto de dormir".

O mês de setembro marca o início da Primavera, conhecida como a estação das flores e das cores. O termo primavera originou-se do latim, através da junção das palavras primo e vere que significam “no começo do verão”. No equinócio de setembro (momento do ano em que o dia e a noite possuem a mesma duração, 12 horas cada) ocorre o florescimento de várias espécies de plantas.

Hotel Fazenda Mata do Céu

Nessa época a natureza se expressa com mais vontade, parece até reclamar a nossa atenção para que vejamos a beleza existente ao nosso redor. Em contra partida nos inspira, aguça a criatividade e nos faz enxergar com outros olhos a nossa cidade.