Seguidores

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Desfoques propositais


A Unidos do São Francisco -carnaval 2008.

Nesse nosso trabalho-diversão de sair por aí descendo e subindo os morros dessa cidade atrás de histórias, "causos", imagens e notícias, a fotografia é uma das nossas principais ferramentas. E nos experimentos fotográficos, erros e acertos acontecem na busca do melhor, ângulo ou do momento ideal.


Na Estação Cultural - carnaval 2008.

Muitas vezes, procurando o melhor ajuste da câmera algumas fotos saem um pouco desfocadas ou tremidas, muito claras, muito escuras, desenquadradas. Normal (coisa de amador mesmo)!!! Mas, algumas delas até que são interessante, raras, pois revelam Pitangui de outras formas. Então, para variar um pouco, resolvemos compartilhar uns cliques que "deram errado".

A madrugada na cidade. Nov. 2009.

Festa na noite pitanguiense. Janeiro 2010.



No carnaval 2010.


Igreja de São Francisco. Junho 2010.



A Alvorada. Junho 2010.

Igreja de São Francisco. Junho 2010.


Minas ao Luar. Junho 2010.
Parece que as notas musicais estão suspensas no ar.


A tradição do Bambeia. Julho de 2010.


No Bambeia. Julho de 2010.


Ô num Bambeia não! Julho de 2010.


A Barraquinha da Penha. Julho de 2010.

Por falar em fotografia, aproveitamos para fazer a pré divulgação da 1ª Mostra Fotográfica Cultural Ambiental do Blog Daqui de Pitangui, que deve rolar na tarde do dia 5/3/11 (carnaval), na Praça do Jardim. Ah, também estamos nos preparativos da 2ª Lavagem do Bandeirante. Em breve mais notícias!

domingo, 30 de janeiro de 2011

Vander Vasconcelos

Aproveitando o domingão, dia que o blog é muito acessado, para lembrarmos do pitanguiense Vander Vasconcelos. E pode ter certeza que ninguém esqueceu de você por aqui !!!!

Só quem já morou longe de casa sabe o que é ter saudade ... e para o Vander, temos certeza que essa (mal...) dita saudade bate muito forte. Ele está fora de Pitangui há aproximadamente uns 5 anos, morando em Girona, nas proximidades de Barcelona/Espanha. Por onde o Vander passa, ele contagia a todos com sua presença sempre alegre. Das últimas notícias que tivemos dele, o Vander estava conquistando os Catalans, com seu tempero apurado, trabalhando como chef em um restaurante na cidade de Girona. Só lembrando que em Girona está o El Bulli, do chef Ferran Adrià, considerado o melhor restaurante do mundo há cinco anos. Poderoso o Vander ... concorrendo com o El Bulli !!!!

Dando uma voltinha nas praias do Mediterrâneo

Êhh vidinha mais ou menos !!!

Arrasando, na pista, corações !!!

Fica aqui o nosso cordial abraço ao Vander e o desejo de boa sorte na estrada

sábado, 29 de janeiro de 2011

Em breve o blog estará no rádio

Licínio Filho, da equipe do "Daqui de Pitangui" (esquerda) e o jornalista Ricardo Welbert (direita)



No dia 28 de janeiro o jornalista Ricardo Welbert esteve em minha residência para me entevistar, o tema foi o blog "Daqui de Pitangui". Na ocasião foi firmada uma parceria entre o blog e Ricardo, que estréia na segunda feira,31 de janeiro, um novo programa, "INFORMATIVO 107",agora na Rádio Ativa,107,3 FM, de Pitangui. A entrevista também será publicada no jornal "O Independente".
Ricardo atua no jornalismo pitanguiense desde 2004, quando ingressou no jornal "O Independente" como chargista e logo passou a atuar como repórter e revisor do jornal, onde ainda trabalha. Em 2007 passou a ser colaborador da rádioweb Fusion de Lavras,posteriormente passou a atuar como repórter e apresentador na Onda FM de Pitangui. Ricardo está no 5º período de jornalismo.
O blog também firmou uma parceria com o novo programa de Ricardo, onde nossas postagens diárias serão veiculadas em seu programa, que propõe levar notícias e informações culturais aos seus ouvintes.
Então fiquem ligados, a partir desta segunda feira,31, "Informativo 107", que estará no ar de segunda à quinta feira, das 12:00 às 13:00 horas, na Rádio Ativa 107,3 FM. Você também pode sintonizar a rádio através da internet, anote aí o endreço: http://www.ativa107.com.br/
Ah... e neste programa de estréia tem um brinde do blog "Daqui de Pitangui" para os ouvintes,se ligue no "Informativo 107" para saber como participar do sorteio.
É isso aí pessoal, o blog "Daqui de Pitangui" ganhando cada vez mais reconhecimento e atingindo outras mídias. A equipe do "Daqui de Pitangui" deseja sucesso ao Ricardo em seu novo programa.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Feliz aniversário Licínio



Hoje o Blog Daqui de Pitangui está em festa!!! O Parceiro Licínio Filho está comemorando mais um verão neste dia 28. Felicidades, paz, harmonia, saúde, sucesso e um montão de coisa boa, é o que nós te desejamos neste dia especial!!!!



Tudo de bom meu chapa!!! Ah, guarda umas brejas aí! Abração
.



Fotos: arquivo do Blog.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Quintais da minha infância

Folhas e frutos no chão molhado.
Assim como em várias famílias pitanguienses, todos os anos temos o hábito de reunirmos no dia 1º de janeiro, para um almoço de ano novo na casa do meu finado avô (ponto de encontro da família). Neste ano, após o almoço, resolvi descer até o quintal para rever o lugar onde brinquei durante boa parte da infância.


O pé de manga.
Foi bom ver a velha mangueira, os pés de jaboticabas, a antiga parreira de uvas, ouvir o canto dos pássaros e sentir o cheiro da terra molhada. O cenário não é mais o mesmo, as crianças cresceram e outras chegaram. Não existem mais a cabana (que construímos com bambú, cordão e folhas de árvore), o cipó para pendurar e a velha arapuca onde pegávamos (e soltávamos) os passarinhos que vinham comer os frutos do quintal.


As jaboticabeiras.

Por outro lado, vi o pé de acerola (cheio de fruta), que não existia naquele tempo. Também revivi lembranças, parte da minha história, a bela vista para o bairro da Penha e até as broncas: "Não vai sujar essa roupa heim". "Desce daí (árvore) cuidado pra não se machucar". "Menino sai daí, tá na hora de ir embora".


As acerolas espalhadas pelo chão.



A antiga parreira de uvas.

Em uma comparação com a história da cidade, faço essas ponderações para abordar sobre a importância de termos raízes e referências. Em Pitangui, os casarões centenários, as tradições culturais e os saberes e fazeres passados de pais para filhos são a nossa identidade, a nossa marca, o que nos diferencia, por isso precisam continuar a ser preservados e praticados.


A vista do quintal numa tarde nublada.
Fotos desta postagem: Leonardo Morato

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Em dias de restauro


A Igreja de São Francisco.
Foto: Léo Morato. Em 02/01/2011.

" No Relógio do Templo os sonhos não envelhecem". (Dênio Caldas)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Patrimônio de Minas:Pitangui foi notícia no Estado de Minas de 24 de janeiro de 2011.

Na edição de 24 de janeiro de 2011, o jornal Estado de Minas apresentou matéria sobre o patrimônio histórico de Pitangui. O texto jornalístico foi produzido por Paulo Henrique Lobato. Reproduziremos abaixo a matéria.


---------------------------------------------------------

"Patrimônio de Minas
Com o prédio que abrigava museu abandonado há décadas, cerca de 70 peças sacras de valor incalculável estão trancadas longe dos olhos do público, em uma sala no centro de Pitangui.

Paulo Henrique Lobato
Enviado Especial

Pitangui - Um tesouro que preserva várias páginas da história do país, e cujo valor é incalculável está escondido dos cidadãos numa sala trancada a sete chaves, no centro de Pitangui a 130 quilômetros de Belo Horizonte. Cerca de 70 peças sacras - muitas com até 300 anos - precisaram ser transferidas para o local (cujo endereço será preservado por questão de segurança), devido à péssima estrutura do casarão que abrigava o Museu Sacro Monsenhor Vicente Soares, erguido no centro do município conhecido como a Sétima Vila do Ouro, fundado em 1715, e cidade-mãe de pelo menos outras 40 cidades do centro-oeste de Minas Gerais, como Divinópolis, Pará de Minas e Nova Serrana.
O antigo casarão de dois andares que abrigava as imagens, erguido na segunda metade do século XIX,foi danificado em razão de um histórico de negligência que vem de mais de 50 anos. "A última grande reforma foi na década de 1960", afirma César Miranda, presidente do Instituto Histórico de Pitangui. A fachada, com seis janelas em cada pavimento, está comprometido por imensas trincas. Parte das cimalhas,que dão charme ao sobrado, também foi danificada pela ação do tempo. "O prédio está fechado há quase 20 anos", lamenta Ronan Ivaldo, presidente do Conselho do Patrimônio Histórico e Cultural de Pitangui.
A degradação produzida por décadas de descaso determinou a transferência do acervo sacro, pois, além do grande risco de roubo no sobrado centenário, as peças poderiam ser danificadas pela ação do tempo. "As imagens são fantásticas, mas não podem ficar expostas, pois o risco que correm é grande", acrescenta Ronan. Algumas , como a de São Benedito e a de Santa Efigênia, têm 1,5 metros e datam do início do século XVIII.Também chama atenção uma imagem de Nossa Senhora, da mesma altura datada da mesma época, que ficava na antiga matriz, destruída, no início do século passado, por um incêndio.
O acervo ainda conta com castiçais de prata e pertences de personalidades históricas, como Maria Tangará, mulher que teria mandado servir ao marido os dentes de uma escrava depois de ouvir do companheiro elogios acerca do sorriso da mucama."Todo esse acervo deveria estar no museu, para ser visto por qualquer pessoa",lamenta José Carlos de Oliveira Valério, um dos responsáveis pelas imagens.
O acervo ainda não tem data certa para ser exibido ao público, mas a espectativa é que isso ocorra até o fim de 2012. A esperança de que as peças voltem ao Museu Sacro Monsenhor Vicente Soares vem do PAC das cidades históricas, do governo federal. O programa destinará, segundo o presidentedo Instituto Histórico de Pitangui, cerca de 1 milhão para a reforma do sobrado. 'Temos expectativa de que a obra comece este ano e seja concluida no segundo semestre de 2012", acrescenta o presidente do Conselho do Patrimônio Histórico e Cultural. O imponente casarão já abrigou a Casa de Câmara e Cadeia e a prefeitura. Foi transformado em museu em 1968.
A ALMA DO NEGÓCIO - A decadência do casarão que abriga o museu também obrigou o Instituto Histórico de Pitangui a transferir milhares de documentos que ajudam a contar a história dos costumes de Minas Gerais no Brasil colônia e império. Muitos papéis datam de 1720 e relatam casos curiosos para os dias de hoje, como os de moradores que adquiriam serviços ou produtos dos comerciantes da Sétima Vila do Ouro e davam como garantia a própria alama em caso de não quitarem o débito.
"É uma preciosidade, que conta a vida da cidade, do estado, do país",diz José Carlos de Oliveira Valério. Este acervo, porém, está aberto ao público e se encontra num prédio anexo ao Banco do Brasil. Os interessados em estudá-los precisam preencher um cadastro local. Os papéis, protegidos na época da transferência por produtos químicos, também voltarão ao prédio que abriga o Museu Sacro Monsenhor Vicente Soares assim que o local for reformado."


FONTE:

-----------------------------------------------------------------------
A leitura desta matéria jornalística me fez refletir sobre algumas questões:
  • Os documentos históricos que estão sendo recuperados precisarão ser microfilmados, pois devido ao desgate de alguns deles, não poderão ser manipulados,
  • Esperamos que o dinheiro que virá através do PAC das cidades históricas para a restauração do prédio do museu seja muito bem administrado e que se leve em consideração que os documentos escritos devem ficar em local aclimatado para a preservação dos mesmos.
  • Esperamos que o projeto de recuperação do museu seja desenvolvido pelos orgãos competentes, como o IEPHA e o IPHAN,
  • Deve-se contratar mão-de-obra especializada para trabalhar no museu, quando este estiver pronto para ser aberto à visitação pública,gente preparada e, mais importante, saibam da responsabilidadede se trabalhar em um museu.
  • Enfim, é nosso desejo ver o museu de Pitangui aberto ao público, pois, onde já se viu uma cidade histórica sem museu?

Panorâmica de Pitangui

Mais um presente do Paulo Salatiel, uma foto panorâmica de Pitangui, 
 tirada nas primeiras décadas do século XX.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Lavagem do Bandeirante-making of


Olha a felicidade do Dênio, com a água.

O Blog Daqui de Pitangui já está em clima de carnaval e para por lenha na fogueira, falamos sobre os bastidores da 1ª Lavagem do Bandeirante, em fevereiro de 2010.


"Reunião de trabalho" na casa do professor.
Petiscando enquanto saia o Feijão Branco com Dobradinha.
A ideia da Lavagem foi tão inusitada e de última hora que acabou dando certo. A proposta inicial (sugerida pelo Vandeir) era ir até a praça do Bandeirante, na Penha, com um baldinho, água e sabão para lavar a estátua do Domingos Rodrigues do Prado (um dos descobridores de Pitangui).

O Vandeir fazendo a "análise técnica" do detergente (para não irritar os olhos do Bandeirante).

Mas após algumas "reuniões de trabalho"..., a propaganda boca a boca, o empenho do pessoal do Blog, dos amigos e o apoio da Divisão de Cultura da Prefeitura de Pitangui o "trem fumegô" e virou um carnaval. Este ato de improviso que teve o objetivo de ressaltar as tradições pitanguienses, lembrou os bons tempos do carnaval de rua e de salão em Pitangui (veja as postagens anteriores). Estamos nos preparativos e na busca de parcerias para realizar a 2ª Lavagem do Bandeirante, no Carnaval 2011.


Samuel e Leonardo "entrevistando" o Bandeirante, sobre as suas espectativas para a Lavagem. Pelos cálculos, o Domingos do Prado não tomava banho desde 1715.

Se tudo der certo, a novidade deste ano é descer o Batatal (uma das origens de Pitangui) festejando no Bloco da Lavagem, até o centro da cidade. Esta ideia nos foi apresentada há alguns anos pelo amigo Fábio (bill) Peixoto e vamos tentar adaptá-la após a Lavagem. Enquanto isso, para começar a fulia, mostramos algumas fotos dos bastidores em 2010. Fale com os amigos, prepare a sua fantasia e aguarde novas notícias!!!


DJ Dênio passando o som.



Olha o Licínio chegando com a família.

O Vandeir fotografando o evento - making of.


O Prefeito Evandro com a Turma da Lavagem da Estátua.

Vandeir, Drigo e Léo. Foto: Juliana Mendonça.
Demais fotos: Arquivo do Blog.


Pepita (Ewerton), Fábio Peixoto, Léo, Renato e Ricardo.

"Churrasquim de gatu" depois do evento.

domingo, 23 de janeiro de 2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

A Rua Pe. Belchior


Casarão colonial português.

Por algumas vezes já mencionamos aqui no BLOG sobre a diversidade de estilos arquitetônicos das edificações do centro histórico de Pitangui. Na tarde chuvosa do domingo dia 2 de janeiro, para aproveitar o tempo ocioso, fomos apreciar as belezas dessas construções e bater um papo com os amigos que encontramos pelo caminho. Hoje o foco vai para os detalhes da charmosa rua Padre Belchior.

As calçadas.


A tranquilidade de uma tradicional rua pitaguiense.


Os detalhes das fachadas e janelas.


Seguindo pelo rua.



A árvore de Natal parece "zelar" pelo casarão onde morou o Pe. Belchior.



Fotos: Leonardo Morato.