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quarta-feira, 30 de março de 2011

Pitangui: um sentimento que se sente!


Chegando em Pitangui em um sábado a tarde.


Revirando uma gaveta, à procura de um cabo USB, encontrei uns escritos daqueles que se faz em dias de inspiração. Os versos podem perfeitamente retratar a minha, a sua, a nossa Pitangui. Uma cidade que acolhe e recebe bem os seus filhos e todas as pessoas que veem visitá-la e sabem apreciar e respeitar as suas belezas. Dedicamos esses versos a todos aqueles e aquelas que escolheram essa terra para morar, constituir suas famílias e criar seus filhos e netos; e aos pitanguienses de longe ou de perto, que valorizam e ressaltam a Sétima Vila do Ouro das Gerais.


O rascunho num envelope.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Primeiro Radical Street Skate de Pitangui - 2007

Esta postagem eu tirei do fundo do meu baú. Em 2007, estava envolvido em um projeto sobre empreendedorismo na escola em que trabalho, o CEPFS. O conceito empreendedorismo começava a ganhar espaço na educação e nós tomamos a decisão de desenvolver este projeto pioneiro em Pitangui. Eu precisa de uma turma piloto e elegi a dos alunos do 2° ano do ensino médio, que tinha uma galera de garotos praticantes do skate.
Quando apresentei a ideia do projeto eles rapidamente se manifestaram, queriam organizar um campeonato de skate na cidade, mas não sabiam como. Então comecei a trabalhar com eles a formatação do projeto do campeonato: quando seria? qual o local? Quem seriam os juízes? Qual seria a premiação? Quais seriam os custos? Como conseguir patrocínio?
Diante destas questões os caras começaram a correr atrás para viabilizar o evento. E como sempre, pouca gente pôs fé que o campeonato iria se realizar,mas a união de esforços e o espírito empreendedor daqueles meninos prevaleceu e, no primeiro fim de semana da segunda quinzena de julho de 2007 o campeonato rolou.
Consegui patrocínio de medalhas e troféus com amigos da cidade que pediram anonimato na época, mas hoje revelarei seus nomes: o professor Ronaldo Valério e o Daniel ( materiais esportivos). Redigi uma carta de apresentação com o aval do CEPFS e preparei os garotos para buscarem patrocínio. Eles conseguiram vários brindes entre os comerciantes da cidade. A cada conquista o entusismo contagiava aquele grupo.
Além disso, enviamos ofícios para a Polícia Militar pedindo policiamento na área do evento e para a Secretária Muncipal de Saúde que disponibilizou uma ambulância para os dois dias do evento.
Por fim, foi criado o nome oficial do campeonato "PRIMEIRO RADICAL STREET SKATE DE PITANGUI". O evento teve juízes de Divinópolis e conseguiu atrair competidores de Pitangui, Pará de Minas, Divinópolis, Mateus Leme, Itaúna e Pedro Leopoldo, foi um sucesso. Locução e muito rock 'n' roll.
O campeonao foi realizado na pista de skate da praça do bairro Santo Antônio nos dias 16,17 e 18 de julho de 2007, atraindo muita gente.
Cabe lembrar que tudo isso rolou graças ao empenho de Miguel Sabino, Diego e Denner Galvão, além de outros skatistas da cidade que também deram uma força. Lembro-me também que na época os skatistas eram mal vistos na cidade, não tinham onde praticar o esporte então íam para a rodoviária durante a noite para exercitarem suas manobras radicais. Na época do campeonato a prefeitura tinha reativado a iluminação pública na praça e o evento serviu para reinaugurar aquele espaço público.
Depois deste campeonato não rolou outro, hoje nem vejo skatista em Pitangui. Então podemos dizer que este evento entrou para a história dos esportes radicais de Pitangui e do centro-oeste mineiro.

 Clique na imagem abaixo para ampliá-la e veja detalhes do
histórico "Primeiro Radical Street Skate de Pitangui".

Fotos & Montagem: Licínio Filho

domingo, 27 de março de 2011

Os bastidores da 1ª Mostra Fotográfica do Blog


Os preparativos da Mostra: separando as legendas.


No dia 5 de março, sábado de carnaval, o blog Daqui de Pitangui realizou a sua 1ª Mostra Fotográfica, num clima de simplicidade e amizade. Com o objetivo de revelar a cidade e de divulgar o talento dos nossos fotógragfos, a Mostra consistiu em expor as fotografias publicadas no blog desde agosto de 2009. Os trabalhos foram selecionados, impressos em tamanho 15x21 e colados em cartolinas, com as respectivas legendas. Na legenda, constou o número da foto, o local fotografado, a data do click, o nome do fotógrafo e o enderço do blog. Portanto, para quem ama Pitangui, acompanha o blog, prestigou o evento, ou não pôde estar presente, divulgamos algumas fotos dos preparativos da 1ª Mostra Fotográfica Cultural Ambiental de Pitangui. Agradecemos por todo apoio recebido e pedimos desculpas aos moradores do entorno da Praça do Jardim por não termos ido pessoalmente de casa em casa para fazer o convite.


Cortando as cartolinas.

A prévia da Mostra, no Bar do Verinho.

Release da Mostra.



Pendurando as fotos no varal. Valeu Charles!
Pendurando mais fotos no varal. Valeu Pepita!
Paulo Salatiel e as fotos de Nicodemos Rosa.
Os primeiros visitantes!
Conversa sobre as técnicas de fotografias.
AUTORES DAS FOTOGRAFIAS EXPOSTAS NA 1ª MOSTRA DO BLOG EM 2010:

Nicodemos Rosa, Paulo Salatiel, Giovane Alves, Rafael de Pádua Silva, Júlio César Mendonça, José Maria Rosa, Karol Freitas, Neivaldo Barros, Simone Nunes, Rodrigo Francis, Wiliam Pádua, Alexandre Barros, Kamargos, Samuel Caldas, Juliana A. L. Morato, Vandeir Santos e "Daqui de Pitangui" (Dênio, Leonardo e Licínio).


Zé Wilson (pitanguiense residente em Brasília) apreciando as fotos.
O som da Mostra (MPB de 1ª).

Depois da Mostra, uma pausa na descida do morro. "Pepita" e "Chumbinho".


Se surgirem oportunidades, pretendemos fazer a continuação do trabalho, em uma espécie de Mostra Itinerante, ou seja, expor as fotografias em outros locais e datas. As parcerias são bem vindas! O melhor de tudo é a reunião e a interação das pessoas em torno da cultura pitanguiense.

Lembramos que as fotos com o enfoque cultural e ambiental, divulgadas no blog durante o ano de 2011, serão expostas em uma possível 2ª Mostra em 2012. Fotografe Pitangui e nos envie as suas imagens. E-mail: daquidepitangui@gmail.com


"Reunião de avaliação do evento" no Bar do Verinho. Fotos: Equipe Daqui de Pitangui.

sábado, 26 de março de 2011

Vasco Azevedo e a Instrução primária dos operários da indústria têxtil no início do século XX em Minas Gerais.

O ramo da indústria têxtil foi de fundamental importância para o desenvolvimento da economia mineira. Você já teve a oportunidade de ler aqui no blog artigos sobre o pioneirismo de Pitangui neste seguimento produtivo. Também teve oportunidade de ler aqui sobre o político pitanguiense Vasco Azevedo. Pois bem, nesta postagem estes dois assuntos se cruzam,entenda como:

A indústria têxtil brasileira ganhou um certo impulso no decorrer do século XIX, mesmo com toda deficiência tecnológica e falta de capitais. Em Minas Gerais, este setor ganhou força a partir da segunda metade daquele século rompendo com a tradição agrária de nosso estado.
O setor têxtil precisava de mão de obra especializada e alguns empresários começaram a perceber a necessidade de se alfabetizar os trabalhadores fabris,em sua maioria sem acesso à educação básica naquele momento histórico. A grande concentração populacional no campo não contribuía para a formação de uma classe operária urbana. Aliás, em Minas Gerais do século XIX, o setor têxtil buscou fixar suas plantas industriais no interior do estado.
Para sanar este problema algumas indústrias resolveram implantar escolas primárias visando instruir seus funcionários. Neste sentido destaca-se o pioneirismo da fábrica de tecidos do Cedro, Montes Claros que, em 1874, implantou uma escola diurna. Em outras regiões do estado outras indústrias também implantaram suas escolas primárias. Em 1878, a fábrica de tecidos do Brumado, em Pitangui, que mantinha uma escola diurna para seus funcionários,converteu para noturna a cadeira do sexo masculino.
Com o advento da República a questão da instrução primária para os trabalhadores do setor indústrial continuou sendo discutida no âmbito político. A ideia de que governo deveria subsidiar a manutenção das escolas ou os salários dos professores gerou polêmica.
Porém, as políticas voltadas à educação pública nos primeiros anos da república comprometia o funcionamento das escolas fabris,pois buscavam conter os gastos do governo mineiro com a educação pública.Isso fica claro com a regulamentação da Lei nº 281,de 1899, que determinava uma nova classificação para as escolas, como também determinava o decreto nº 1353, de 1900, em seus artigos  3º e 11º, que extinguia todas as escolas rurais e noturnas, estabelecendo através do artigo 2º que apenas em Ouro Preto fosse conservada a escola noturna.
Esta medida terá impacto direto nas escolas mantidas nas indústrias, pois, como já afirmamos, a maioria destas indústrias se localizavam em zonas rurais e também demonstrará a falta de sensibilidade política de nossas eleites em relação ao ensino público, pois o decreto nº 1353 impossibilitava que grande parte de nossa população, fixada no meio rural, tivesse acesse à instrução, e ainda, impediam que as escolas noturnas fabris em áreas rurais continuassem funcionando.
Diante deste quadro, Vasco Azevedo, então residindo em Belo Horizonte, para onde se transferiu depois dos acontecimentos ocorridos em Pitangui¹ no final do século XIX, e exercendo a legislatura de deputado estadual propos, em 1900, um projeto (nº 53) de criação de escola mista noturna nas indústrias têxteis ou em qualquer tipo de manufatura junto a estabelecimentos industriais que se localizassem a mais de três quilômetros dos distritos escolares e que tivessem um número inferior a 20 alunos.
O projeo do deputado Vasco Azevedo causou grande polêmica, pois propunha a revogação da lei nº 281,como também a subvenção às fábricas que mantinham escolas primárias. Azevedo ainda argumentava que a lei em questão significava um retrocesso, pois abria uma lacuna na instrução pública dos operários e prejudicava os gestores das fábricas, pois a falta de instrução provocaria um exôdo de mão de obra para localidades que oferecessem educação pública primária. Outro argumento usado pelo deputado para defender seu projeto é que a revogação da lei 281 não oneraria os cofres do Estado, pois os professores dispensados das escolas rurais poderiam ser remanejados para as escolas fabris. Agumentos em vão, o projeto foi recusado.
Em 1903 este projeto será retomando, durante a realização do Primeiro Congresso Agrícola, Comercial e Industrial de Minas Gerais, quando  Francisco de Paula Mascarenhas, fundador da Fábrica de Tecidos da Cachoeira (1877), representante do setor industrial, expôs as dificuldades enfrentadas por aquele setor e apresentou medidas que poderiam ajuar a superar os problemas enfrentados. Somente em 1906,durante o governo de João Pinheiro é que o setor industrial terá suas reivindicações atendidas e um conjunto de medidas serão implementadas pela política educacional de seu governo.


¹ Para saber mais sobre este assunto consulte DINIZ, Sílvio Gabriel. O Gonçalvismo em Pitangui. Revista Brasileira de Estudos Políticos. 1969.



FONTE:

sexta-feira, 25 de março de 2011

Belas imagens, belos versos

A Praça do Jardim.
Aproveitando as recentes postagens nas quais focamos e mencionamos o Pitaculta, alguns dos seus integrantes e os eventos por eles realizados, postamos hoje essa linda poesia, que virou uma bela música, que conta um pouco do dia a dia da Pitangui de antigamente. E nada melhor do que ler esses belos versos, vendo as imagens do lugar onde, talvez, serviu de inspiração para essa bela composição.

Pitangui de outros tempos.


E com certeza esse cenário tem milhares e milhares de histórias. O Willian Santiago, o Jonba, o Rhor e o Ricardo Nazar, com muita sensibilidade, souberam descrever o sentimento de uma época.

Lembra Meu Amor

Lembra meu amor quando eu cantava
debaixo da janela e te acordava
Toda timidez do universo
Cachaça combustível do meu verso
Passeios nos jardins de braços dados
Cinema às sete de volta às nove
Hora dançante
E a jovem guarda
E a juventude nos parecia meu amor
Que nunca mais para nós iria acabar
Muito já se foi
E muito mais aí vem
Nuns tempos fui feliz
E noutros quase nem
Mas vem lembrar também


Hoje presos na roda da vida
No ombro a ombro
Na lida a lida
Presos na rotina do presente
Nem reparamos que o tempo passa diligente


Hoje foi então que me dei conta
Nossas crianças viraram gente
E para nosso espanto
Breve ou de repente
Encenaram nossa história novamente
Lembra meu amor...

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tiradentes - Crônicas da Vida Colonial Brasileira

Nesta postagem apresentamos mais um escritor do centro-oeste mineiro,trata-se de Rubens Fiúza. O livro em questão "Tiradentes - Crônicas da Vida Colonial Brasileira" me foi presenteado pelo professor Marco Antônio Lima Faria e família. Aproveito para agradecer o presente, que já faz parte de minha biblioteca.

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Rubens Fiúza nasceu em Dores do Indaiá em 1923 e faleceu em 2000. Sempre se interessou pela história da região centro-oeste de Minas Gerais, durante sua vida desenvolveu vários escritos que não chegaram a ser publicados.

Em 2006, foi publicado "Tiradentes - Crônicas da Vida Colonial Brasileira", livro dividido em duas partes: na primeira é apresentada crônicas escritas pelo autor, que segundo ele relata uma história baseada em um documento de família, escrito por José de Sousa Coelho (tetravô do autor, também cnhecido como Juca de Sousa),em que é descrito um plano da loja maçônica de Vila Rica, em 1793, para resgatar a cabeça de Tiradentes, então exposta em uma gaiola, naquela cidade, após sua execução. Segundo esta versão, a cabeça de Tiradentes teria sido levada para Quatel Geral, região de Abaeté, onde foi enterrada próxima a uma lagoa. O autor afirma que o documento que embasa esta história desapareceu. Caso ele exista mesmo lançaria nova luz sobre os acontecimentos históricos envolvendo a Inconfidência Mineira. O autor afirma que este documento foi encontrado em uma garagem abandonada, em Pitangui, onde viveu seu tetravô.

Apesar das crônicas terem base em um documento não reconhecido pelos historiadores, a trama é muito bem contada, com lances espetaculares, inclusive envolvendo a passsagem, em que o Cônego Francisco de Assis Garcia, indicado pela casa maçônica de Vila Rica para resgatar a cabeça de Tiradentes e levá-la ao destino final (Quartel Geral), com o auxílio de Juca de Sousa, também membro da maçonaria, encontra-se em Pitangui com o Capitão Inácio de Oliveira Campos (outro personagem importante do centro-oeste mineiro), marido de Jaoquina de Pompéu e desafeto do cônego.

A segunda parte do livro apresenta uma série de artigos produzidos por Fiúza sobre Tiradentes e baseado na historiografia sobre a Inconfidência Mineira. O livro é bastante interesante, de leitura agradável, onde ficção e realidade tecem a trama.

quarta-feira, 23 de março de 2011

A festa da Cruz do Monte em 1978


Reproduzimos hoje uma informação publicada no jornal Município de Pitangui, em 25/06/1978. Essa edição do MP relatou os acontecimentos da festa a Cruz do Monte, daquele ano. Até a década de 1990 as "barraquinhas" eram uma excelente opção de lazer em nossa cidade e aconteciam com frequência. O interessante no texto é que além de divulgar uma tradição pitanguiense, realizada com esforços coletivos, o autor Joaquim Dirceu Xavier já enxergava no Turismo ("festa turística") uma boa opção para Pitangui. Recordar é viver!

terça-feira, 22 de março de 2011

O bairro São Francisco nas lentes de Paulo Salatiel

Eis mais uma bela colaboração de nosso amigo Paulo Salatiel..
 Desta feita ele nos presenteou com esta bela panorâmica do São Francisco,tradicional bairro de Pitangui.



segunda-feira, 21 de março de 2011

Os embalos de segunda à noite


Aniversário do Fábio Freitas.
Êta povo animado!

Acertando o tom. Fábio, Dênio e Reinaldo.

Na segunda-feira do carnaval em Pitangui, tivemos o prazer de participar da comemoração do aniversário do Fábio Freitas, um cara gente boa, nascido em um berço cultural pitanguiense. Filho do Juca (contador de causos) e sobrinho do Jonba, esse camarada começou a dedilhar o violão ainda pequeno, nos tempos do Pitaculta. Hoje, por diversão, o Fábio é um violonista de mão cheia e ressalta o seu orgulho de ser Pitanguiense por onde passa. O encontro na casa do Juca foi sensassional e a boa música deu o tom da festa, em um excelente clima musical.


Juca Freitas contando uns "causos".


Chorinho pitanguiense. Fábio e Léo.

Pão de queijo com linguiça.


Prof. Reinaldo, no ofício musical.
A cada acorde uma boa canção do tempo do Pitaculta.



Parabéns pra você...

Duetos: Blog e Pitaculta!!!


Família e amigos.


Uma família que canta unida!
Fotos: Equipe Daqui de Pitangui.

Pitaculta e o Blog


Como já foi falado em outras oportunidades, o Pitaculta foi um importante acontecimento cultural e artístico que rolou em meados da década de 1980. Este movimento que envolvia a música, a literatura, a poesia, etc, deu origem a um livro – O Poecontos e teve como cenário a nossa Pitangui. O Pitaculta agitou a cidade, marcou época, reuniu talentos e teve como mentor, o intelectual pitanguiense “ausente” professor William Santiago, a quem temos o privilégio de chamar de amigo.
Nas conversas virtuais e pessoalmente surgiu a discussão em torno do tema: O Pitaculta e o Blog. Ou seja, nos identificamos com a proposta daquele tempo que, em síntese, era descobrir, reunir e divulgar os diversos talentos pitanguienses, celebrando e promovendo a cultura da cidade. Então, buscando lançar outros olhares sobre a Sétima Vila do Ouro das Gerais, escolhemos o Pitaculta como um dos nossos padrinhos.
Por outro lado, é gratificante perceber que a admiração é recíproca. Convidamos o William para as nossas Folias no carnaval 2011 (Mostra Fotográfica e Lavagem do Bandeirante). Ele nos respondeu prontamente e deixou uma boa dica sobre a nossa referência histórica:

“Não vai dar pra ir desta vez. Mas torço por vocês, como sempre. Temos que reavivar aquela conversa sobre o Pitaculta, mas eu acho que o que vocês fazem é um Pitaculta ampliado para o Sec. XXI. Vocês fazem o que eu queria fazer com os recursos da década de 80. Do século passado. Falando em Domingos Rodrigues do Prado, acho que é uma personagem que merece uma revisão histórica. Ou melhor, um reestudo. Tem tudo pra ser um herói, mas em Pitangui ficou relegado ao esquecimento”.

Valeu William! Também acreditamos que a origem histórica de Pitangui deve ser valorizada e o Domingos do Prado é um símbolo de resistência, merece ser lembrado no aspecto histórico para promover a cidade cultural e turisticamente.
O “título” de sucessor do Pitaculta, mesmo vindo do próprio William Santiago, é muita responsabilidade para o blog. Mas é muito bom poder interagir com o William, prof. Reinaldo, Jonba, Juca, Fábio Freitas e outros. E o melhor é que as sementes estão germinando entre as gerações e a cultura pitanguiense de raiz continua sendo praticada nos quatro cantos dessa cidade. Tem muita gente talentosa por essas bandas! Por falar nisso, o professor Licínio deu a ideia de reunir essa turma boa para uma roda de samba, chorinho e as canções do tempo do pitaculta. Um sarau?! Tô dentro!

sábado, 19 de março de 2011

Panorâmica da cidade

Clique na imagem para ampliá-la.
Foto: Léo Morato.


A foto de hoje mostra uma panorâmica de boa parte da cidade. Esta imagem que foi captada no dia 31/12/2010, às 12:17 hs, pemite ver desde a serra da Cruz do Monte até a Igreja Matriz. Um outro olhar sobre a cidade.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Pitangui, História e Versos

José Maciel de Freitas nasceu no município de Papagaios e fixou residência em Pitangui em 1962,pois queria dar melhores condições de estudo aos filhos. Ficou raízes na cidade e deixou sua veia poética se aflorar, ao mesmo tempo que se deixava cativar pela nova cidade.
Em "Pitangui, História e Versos", Maciel nos apresenta um pouco da história de Pitangui, como também, declara seu amor à cidade através de sua poesia.



"Cidade santa e querida
Ó sonho de minha vida
Quero sempre te adorar
Mesmo não sendo teu filho,
Atraído pelo teu brilho
Te escolhi pra morar"

quinta-feira, 17 de março de 2011

Jornal Município de Pitangui 03-01-1964

Na postagem de hoje abrimos uma seção onde, pelo menos uma vez ao mês, mostraremos partes das edições antigas do jornal Município de Pitangui. Nesta mostramos algumas curiosidades e propagandas veiculadas na edição do dia 03 de janeiro de 1964 - Ano XXXV Número 01



A primeira edição do ano do Município, veio com uma mensagem do então prefeito municipal José Morato, desejando aos pitanguienses feliz 1964.

Hermiro sempre presente

O jornal não circulava somente em Pitangui

Provavelmente só sobrou o Oscar Morato !!!


Tunico Caldas


Pioneirismo

Será que já era do João Batista ?


Anúncio do Rio de Janeiro em Pitangui






Edital do Cartório de Registro Civil de Pitangui


A pesquisa para esta postagem foi elaborada no Laboratório de História do UNI-BH.

Fica aqui o nosso agradecimento ao Fernando, estagiário de História do UNI-BH, por ter nos ajudado na elaboração desta e das próximas postagens, da seção que abrimos hoje.

As fotografias foram feitas com o devido cuidado em relação ao flash da máquina.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Visita vespertina


"Borboleta pequenina que vem para nos saldar..."

Foi só o sol aparecer no início da tarde do domingo passado que, após algumas... tentativas, tive o privilégio de fotografar essa visitante do meu quintal. Parecia que a borboleta estava "desejando boa sorte" para a Lavagem do Bandeirante que aconteceria mais tarde, naquele domingo de carnaval. É nessas horas que fica claro: o lado bom da vida consiste em aproveitar os pequenos momentos e em apreciar a beleza na simplicidade das coisas. Bom dia!!!
Pausa para um descanso.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Pitangui de outros tempos

Aí está mais uma contribuição de nosso amigo Paulo Salatiel. Nesta foto, representantes da sociedade pitanguiense do passado. Você sabe que evento foi este? Faça contato, colabore com sua informação.


Eis um belo relato desta foto, que muito contribui para conhecermos melhor o contexto histórico deste registro.. Estamos esperando o seu também,acesse os comentários desta postagem para deixar seu depoimento.

"Essa foto, era da minha infância, e mostra os funcionários da Cia. Tecidos Pitanguiense(posteriormente Santanense), onde trabalharam meus pais, tios, primos,amigos, irmãos e eu. Era comemoração do dis primeiro de maio(dia do Trabalho), cuja missa era celebrada pelo Padre Guerino. Que saudades...alguns já partiram para outra "dimensão", e eram meus amigos e vizinhos: Duduca e Tião Gercino, que juntamente com outros jamais serão esquecidos, pois fizeram parte da nossa comunidade. É bom recordar o passado, e reviver pessoas que deixaram lembranças que o tempo nunca apagará de nossas mentes. Valeu a postagem da foto... adorei!"
                                                                                                           
Girlene de 0liveira do Carmo