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sábado, 30 de julho de 2011

Baile dos Barangos 2011

Clique na imagem para ampliá-la.

No sábado dia 6 de agosto tem o BAILE DOS BARANGOS, um evento que já virou tradição na cidade! Então prepare o seu figurino porque a festa promete. Para quem não conhece e pretende visitar a cidade, o Baile dos Barangos é uma festa brega, onde a alegria e a irreverência são as regras. Saiba mais sobre o evento, acessando o marcador Baile dos Barangos, no menu à direita e no final deste post.

Seguem abaixo dois vídeos: o primeiro, do Vanderley Cardoso, a atração principal deste ano. E o segundo, da banda Paletó de Veludo que não pode faltar nesta festa.



sexta-feira, 29 de julho de 2011

Voleibol feminino em 1960. Quem são as integrantes da equipe ?

Essa fotografia é sensacional ! Ela mostra uma equipe pitanguiense de voleibol feminino da década de 60. O interessante é que a foto foi feita na quadra de volei da Praça de Esportes de Pitangui que, pelo visual, ainda não era murado e percebe-se também a porta traseira da Igreja de São Francisco e o público presente que na maioria era feminino.




As três primeiras pessoas que acessarem e acertarem todas as seis integrantes da fotografia, deixando uma mensagem no blog, receberão um presente especial do blog.





A fotografia faz parte do grandioso acervo do Verinho.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Boca da Noite

Talvez o melhor buteco de Pitangui de todos os tempos, o Boca da Noite foi criado pelos músicos Sérgio e Kiko Lara, no princípio da década de 80. A príncípio, o bar foi criado para a dupla poder tocar e escutar músicas de qualidade, além de receberem os amigos para brindar a cerveja gelada, que por lá, sempre foi constante. Me recordo de uma placa que havia atrás do palco, que antes da meia noite se utilizava o lado que tinha o escrito "Boca da Noite". Após a meia noite eles viravam a placa e atrás tinha o escrito "C´.. da Madrugada" !!






Sérgio, César (irmão do Kiko), Kiko e Bené. As crianças, são da família Santiago. Quais são eles ?



Esse é apenas um dos episódios que aconteciam aos finais de semana no ambiente que tem um bocado de histórias e somente uma fotografia é muito pouco para recordarmos do Boca, que foi um ponto cultural por muitos anos e marcou a vida de muita gente na cidade. Estamos montando mais postagens a respeito do bar e dos proprietários que por lá passaram.






A fotografia nos foi enviada pelo Kiko Lara, que nos prometeu mais imagens de lá.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Fatos & Boatos a respeito dos "Tesouros" de Pitangui

Dos sentimentos humanos talvez o mais transformador seja o da cobiça, a história da humanidade nos traz inúmeros exemplos do que o homem já foi capaz de fazer para satisfazer seu desejo de riqueza e poder. A própria história de Pitangui tem seus exemplos, seja nos conflitos do século XVIII ou nas disputas políticas nos fins do século XIX. Foram disputas por algo concreto, lutou-se por um objetivo sabido e factível. Mas o que dizer de empenhar esforços atrás de um “tesouro” do qual praticamente nada se sabe, muito menos se realmente existe?

Nas minhas pesquisas em busca das diversas minas abandonadas de Pitangui, onde quero deixar claro que sempre busquei a riqueza histórica do município nunca me iludindo com a possibilidade de riqueza material, me deparei com um relato um tanto quanto curioso, a existência de uma carta que traria informações a respeito de um tesouro guardado em uma antiga mina. Diz a tradição oral que tal “tesouro” seria o espólio de um rico minerador que, estando enfermo, resolve partir para Portugal atrás de melhores recursos e sentindo que não teria condições de regresso, resolve escrever uma carta ao filho onde através de informações codificadas define o local exato da mina onde teria guardado toda a sua fortuna composta de cerca de 10 arrobas de ouro! Se considerarmos a grama do ouro a R$70,00 este “tesouro” representaria hoje o total de R$ 10.500.000,00 (dez milhões e quinhentos mil reais).

Esta carta teria chegado a Pitangui mas o herdeiro não teria sido encontrado. Por volta de 1920 esta carta estava nas mãos de um tal Joaquim Cesar da fazenda do Saco (esta fazenda realmente existiu) que a mostrou a um tal Juquinha Cecílio que era ferreiro e uma espécie de conselheiro local, estando presente naquele momento o Sr. João Moreno, este leu a carta e em 1969 teria registrado em cartório aquilo que seria o resumo do relato, sendo este resumo o que chegou aos nossos dias pois a carta na íntegra teria sido passada ao Sr. Oscar Aleixo que se mudou para Belo Horizonte onde veio a falecer. Não se soube mais desta carta.

O resumo diz o seguinte:

“DECLARAÇÃO PRESTADA PELO SR. JOÃO MORENO EM 6 DE NOVEMBRO DE 1.969.”

“Diz ele o seguinte: - Que quando veio para Pitangui, no ano de 1.920 mais ou menos, estava rapazinho e freqüentava muito a casa do Sr. Juquinha Cecílio (ferreiro), pois estava namorando a Cecília, com a qual é casado, que certo dia apareceu lá um tal de JOAQUIM CÉZAR, morador da fazenda do Saco, mostrando para seu futuro sogro uma carta, já toda amarelada pelo tempo, que depois de lida, foi passada para ele, a qual relatava mais ou menos assim: -

(A CARTA ERA DE UM PORTUGUÊS ESCREVENDO DE PORTUGAL A SEU FILHO EM PITANGUI)

Meu querido filho João.

Tenho vida para poucos dias, DESCUBRA A BOCA DA MINA, QUE ESTÁ TAPADA DE PEDRA E TERRA SOCADA, tem FERRAMENTAS DE VALORES e mais ou menos de 10 a 11 arrobas de ouro, a BOCA DA MINA ESTÁ NA PONTA DA SERRA, “OLHO DO SOL”.

___________________________________________________________________________________



A carta acima aludida, foi entregue mais tarde ao Sr. Oscar Aleixo (falecido), que era na época Coletor Federal em Pitangui.”


Não se sabe baseado em que outra informação um número expressivo de pitanguienses, acreditando no conteúdo da carta, se embrenharam na encosta da serra da Cruz do Monte e ali a golpes de picaretas foram em busca do tesouro deixado pelo minerador. Neste ponto são agregados ao relato um sem número de situações inexplicáveis tais como empurrões sofridos sem que ninguém estivesse perto do aventureiro escavador, ventanias em dias de clima estável e apagamento espontâneo da vela daqueles que se dispunham em uma aventura noturna pelo local e houve ainda quem me afirmasse que alguns se valeram de videntes, macumbeiros, pais-de-santo e todo tipo de “receptores do além” para conseguir encontrar o tal “tesouro”.

Acreditando ser a história fantasiosa demais, solicitei a Ricardo Lobato, que já havia me passado a cópia do resumo, que me levasse ao local no que fui atendido prontamente com a maior boa vontade. Paramos o carro no entroncamento da “Estrada Real” com a estrada da Cruz do Monte, justamente no local onde se localiza a placa indicativa daquela via histórica. Entramos na mata uns 5 metros acima e após percorrermos cerca de 40 metros nos deparamos com profundos cortes no relevo da serra, uma área com cerca de 60m2 de escavações. Nos dirigimos um pouco mais para a direita, contornando os cortes, e chegamos ao local onde se diz que até um ex-prefeito do município foi atrás de sua possível independência financeira. Trata-se de um buraco junto a uma encosta rochosa com cerca de 1,5 metro de profundidade e com duas pedras grandes na base, acredita-se que a boca da mina esteja por detrás destas duas pedras. As coordenadas obtidas com o GPS são: S 190 39’ 49.1” e WO 440 54’42.7” .


É admirável o trabalho feito no local, considerando-se que se trata de um terreno pedregoso e de difícil escavação, nota-se que foram dias de trabalho árduo para se encontrar apenas pedras e provavelmente carrapatos. Conta-se que contrataram o Lução, folclórica figura pitanguiense, para remover as pedras e numa atitude mais racional que a dos seus contratantes se eximiu daquela responsabilidade, longe de seus delírios etílicos foi capaz de perceber que estava ali apenas alimentando uma lenda pitanguiense.

A única coisa que posso afirmar com absoluta certeza é que meu detector de metais, que geralmente fica paranóico com o alto teor de ferro do solo pitanguiense, não emitiu um único sinal qualquer. Teria o meu aparelho encontrado um solo absolutamente estéril ou sofrido interferência do além?

Especial agradecimento ao Sr. Ricardo Lobato pelo fornecimento da cópia da carta e pela boa vontade em me acompanhar até o local.

Vandeir Alves dos Santos



segunda-feira, 25 de julho de 2011

Welington Lima, o Cabrito, babaca ...

Mais uma pérola nos foi enviada pelo Mestre, o babaca, Cabrito ... Ele nos disse que a provável data da fotografia seria de 1974, num baile de Glamour Girl, no clube velho.




Moreira, Zé Ricardo, ?, Cabrito, Carlos "Cuié"


 


Desde já, agradecemos ao Cabrito por mais uma contribuição ao blog.

domingo, 24 de julho de 2011

IV Mountain Bike de Pitangui: estivemos lá

Click na imagem abaixo para ampliá-la.
Cheguei em último lugar, mas cheguei...Ufa...rsrsrs

Confira outros resultados da prova clicando no link abaixo:


Trilha da "Estrada Real", indo para a Cruz do Monte


Neste domingo,24, aconteceu o IV Mountain Bike de Pitangui. Acordei cedo e fui até a Cruz do Monte participar do evento como estreante (trajeto de 34 km). Resolvi ir pedalando pela Penha até chegar lá.



O número de participantes foi significativo


Todo mundo concentrado esperando a hora da largada, aproveitando para verificar o equipamento. 



A galera de Pitangui compareceu  em número considerável


Na hora que foi dada a largada o bicho pegou, o trajeto dos estreantes apresentou diferentes graus de dificuldade, a chegada foi exaustiva,uma subida de 2 km,consegui completar o trajeto.


A solidariedade entre os participantes também chamou a minha atenção,nos momentos em que os músculos não queriam responder sempre se ouvia uma palavra de incentivo.  




Foi muito bacana, os organizadores do evento estão de parabéns.
A prova contou com participantes de várias cidades mineiras.



Pitangui tem um potencial incrível para a prática do Mountain Bike, com trilhas para todos os gostos e todas as pernas. Eu, em especial, já sei quais serão meus programas para os próximos fins de semana.

Missa no "Cemitério dos Escravos" em Pompéu Velho

No domingo, 10 de julho, tive a oportunidade de conhecer o Cemitério dos Escravos, em Pompéu Velho. Segundo consta, este cemitério era destinado ao sepultamento dos escravos de Joaquina de Pompéu, que viveu nesta localidade, onde mantinha um imponente casarão.


Há poucos vestígios dos túmulos dos escravos, que deviam ser sepultados em covas comuns, sem lápide, apenas uma cruz de madeira, como forma de dar um enterro cristão àqueles desafortunados. Uma pequena capela e o cruzeiro fincado na terra são os principais marcos da existência do lugar, hoje cercado por um muro pré - fabricado.



A missa, que ocorrreu ali naquele domingo não faz parte de nenhuma tradição ou pertence ao calendário religioso local, sua origem está em uma promessa feita por uma antiga moradora da região, avó da mãe de minha esposa. Contarei um pouco desta história nas linhas abaixo.


Tudo teve origem há muitos anos, quando Policena Valadares (também conhecida como "Purcena"), avó de minha sogra, Policena Guimarães (Du), fez a promessa de celebrar uma missa no cemitério dos escravos, em Pompéu Velho, pois acreditava que assim afastaria tormentos e problemas familiares, que naquela época envolviam alguns de seus parentes. Policena Valadares faleceu sem cumprir a promessa.


E nas voltas do mundo, olha o que o destino preparou: anos se passaram desde a morte de "Purcena" e uma nova personagem emerge para dar continuidade a esta história. Odete Kariny dos Santos Teixeira, filha do Zé Vitor. Odete, desde pequena ouvia nas rodas de conversa de sua casa a história de "Purcena", que era tia de sua madrasta, Conceição. A mãe de Conceição, conhecida por todos por "Dona Véia", conhecia e contava a história da promessa de "Purcena".Odete cresceu e a história da promessa não paga ficou gravada em seu imaginário.



Na década de 1990, Odete foi estudar na Escola Agrícola (ITAC), quando conheceu José Maria Guimarães Cordeiro, seu colega de sala de aula e, que se tornaria seu futuro esposo. José Maria, por sua vez, é filho de Policena Guimarães (Du), neta de "Purcena".



Novas rodas de conversas familiares se formaram e a história da promessa não cumprida veio à tona novamente, em uma daquelas noites onde o baú da memória é revirado pelo avesso e lembranças quase arquétipicas são resgatadas. Foi Odete quem remexeu estas lembranças reavivando também a mémoria de Du. Muitos acreditavam que esta promesa nunca fora feita, mas ali, naquele momento,Odete e Du confirmaram a veracidade da mesma.
Odete sugeriu à Du, sua sogra, que a promessa deveria ser paga e, então, as duas resolveram organizar a missa no "Cemitério dos Escravos", em Pompéu Velho, como era o desejo de "Purcena". No dia 10 de julho a promessa foi cumprida postumamente.
Eu, que estive lá, senti uma energia serena vibrando naquele lugar, no meio do cerrado, com um céu de um azul celestial, como diria Caetano Veloso. Como são misteriosas as coisas do sagrado.



sábado, 23 de julho de 2011

IV Moutain Bike de Pitangui

Conforme estamos divulgando aqui no blog desde abril, amanhã acontecerá, sob a batuta de Marquinho Preto e Daniel Nunes, o IV Moutain Bike de Pitangui. O evento que vem crescendo a cada ano, sempre traz atletas de ponta do esporte à nossa cidade e já faz parte do calendário de eventos da cidade. A largada será as 10:00 na Cruz do Monte, lugar favorável para a prática do esporte em função das diversas trilhas existentes por lá, sem falar do visual deslumbrante que conhecemos muito bem.



Como vimos no decorrer da semana, o Prof. Licínio tem treinado bastante para a prova e com certeza representará o blog, muito bem, na competição !!!! Não é mesmo Professor ?!?!



sexta-feira, 22 de julho de 2011

O livro "Indústria Caseira em Pitangui" digitalizado



Nosso amigo e colaborador, Vandeir Santos digitalizou a obra "Indústria Caseira em Pitangui" de Sílvio Gabriel Diniz. Este livro se encontra fora de catálogo e deve ser considerado uma referência para o entendimento da produção artesanal do município de Pitangui na primeira metade da década de 1960.
Na opinião de Vandeir o liro deve ser leitura obrigatória:

 "Acredito que seja interessante ressaltar que a obra destaca artesãos de importantes famílias da cidade como os César, Caricati, Campos, Morato, Vasconcelos, Barcelos e inúmeras outras. É praticamente impossível a um pitanguiense acima dos 40 anos ler esta obra e não reconhecer nela um conhecido ou mesmo um parente."



Os interssados em ter a digitalização de "Indústria Caseira em Pitangui" podem entrar em contato com o Vandeir pelo email vandeir.santos@yahoo.com.br

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Coreto dos Nunes



Divulgamos hoje mais alguns ângulos do Coreto dos Nunes, que fica na praça Antônio Fiuza, um aprazível local da cidade. Por sinal, a praça apresenta espaços para atividades diversas como por exemplo as serestas de outrora. Ao passar por alí, vale a pena apreciar os detalhes do local, em especial o Coreto.


"Homenagem àqueles que, por muitas gerações encheram [enchem] de música os céus pitanguiense".



As imagens são do pitanguiense José Maria Rosa.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pedalas: tirando a ferrugem

Enfim chegaram as férias... e eu tomei vergonha e comprei uma bike para unir o útil ao agradável: exercitar e curtir as lindas paisagens de Pitangui e arredores. Na quinta, 14, atendendo ao convite de Lucas Valério e Gustavo Duarte fizemos um roteiro básico de 30 km, de estradão, entre Pitangui e Conceição do Pará.Aliás, eu já tinha feito este percurso na companhia de meu amigo Dênio Caldas.


Foto: Gustavo Duarte


Apesar do grau de dificuldade do trajeto ser baixo, acompanhar dois garotos de 15/16 anos, para quem não pedalava a um bom tempo, não é fácil, mas nada desanimador.



Foto: Lucas Valério

A pedalada também foi a oportunidade de conhecer melhor o equipamento, a bike recém adquirida, e o resultado foi satisfatório, cheguei pedalando em casa...rsrsrsrs...


Foto: transeunte


Fica aqui uma ótima dica para estas férias escolares, faça alguma atividade física, faz bem para o corpo e para a mente, mas inicie com moderação e, no caso do ciclismo, não se esqueça dos equipamentos de segurança. No mais, desejo-lhes ótimas pedaladas.



Foto: Licínio Filho

 Termino a postagem com esta imagem do rio Pará, tendo ao fundo um belo pôr do sol.
A foto foi tirada sobre a ponte do Velho do Taipa.

Foto: Licínio Filho

Dia 24/07/2011 tem prova de Mountain Bike em Pitangui.
Paticipe. Prestigie.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Outro olhar sobre a matriz de Nossa Senhora do Pilar


Hoje em dia, como a internet é importante em nossas vidas ? Nos fez conhecer a Dalinha, comunicar com Lucas Mendes, com os escritores Laurentino Gomes e Lucas Figueiredo, homenagear os pitanguienses que estão fora daquidepitangui e do Brasil ,enfim mostramos mais um pouco de Pitangui para mundo. Na semana passada, o amigo Ricardo Rabelo, que não "dava as caras" há tempos, fez contato através da rede e nos presenteou com essa pérola. O desenho foi feito pelo artista Roque Júnior Matoso, que soube retratar muito bem a igreja matriz de Nossa Senhora do Pilar. Fica aqui o convite ao Ricardo para voltar à terrinha e poder reencontrar os amigos.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Outro ângulo da capela

Capela do Bom Jesus.


Em Pitangui

A cada rua, coberta ou nua
Em toda parte uma arte
Uma nova paisagem
Sob o sol ou com a lua.

Nas igrejas, guetos, ladeiras
Esquinas , altares e bares
Com eiras, fachadas e beiras
Encontros religiosos e populares

Pela fresta da janela
O dia amanhece
Ao São Bom Jesus
Faço minha prece ...




Fotos & Versos: Léo Morato.

domingo, 17 de julho de 2011

Violão e Cabelo

Bons tempos !!! Dois momentos distintos e marcantes na vida de cada um que está presente nas fotografias. Nas farras, o violão não podia faltar e cabelo tinha de sobra !!





Rodrigo Rêgo, Hércules, Dênio, João Paulo, Iamon Iuri e ?




João Paulo, Ratinho, Savinho, Pêque, Iamon Iuri




A música sempre esteve presente na nossas vidas desde criança e na adolescência na foi diferente. Hoje em dia os cabelos já não são os mesmos, mas alguns ainda conservam o corte um pouco maior e o violão ainda é nosso parceiro diário. Nas fotografias estão presentes o Hércules e o Pêque que são marcas fortes da musicalidade pitanguiense e que também foram influência de muitos músicos da cidade.

sábado, 16 de julho de 2011

Dica de leitura - Memória do Sobrado

Nossa dica de leitura de hoje é "Memória do Sobrado", primeiro livro da escritora pitanguiense Amália Rocha Mendes, publicado em 1999. Nesta obra, Amália resgata lembranças de sua infância, adolescência e vida adulta, a partir do Sobrado em que viveu sua família e, onde foi criada.Parentes, empregados, figuras populares renascem em cada página escrita pela autora. O livro, de leitura agradável, nos revela passagens marcantes da família da autora e o cotidiano pitanguiense de outrora.


Agradecemos à família e, em especial, à autora pela cordialidade de nos presentear com dois exemplares dos livros que apresentamos em nossas postagens.


Se você quer conhecer o segundo livro de Amália Rocha Mendes clique AQUI.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ricardo Nazar no Tutti Maravilha

Ricardo Nazar fará uma participação hoje no programa do Tutti Maravilha na Rádio Inconfidência. O programa que vai ao ar às 14:00 horas, fará uma homenagem à Nelson Cavaquinho e o Ricardo se apresentará, ao vivo, junto ao violonista belorizontino, Tabajara Belo.




O programa do Tutti, vai ao ar de segunda a sexta das 14:00 às 16:00, está há mais 20 anos no ar na Rádio Inconfidência e tem uma programação diversificada que privilegia a música brasileira, dando destaque, principalmente aos artistas mineiros.




Acesse o link abaixo e vá ao "FM100,9 ouça ao vivo" ao lado direito do monitor e confira, a partir das 14:00, a participação de Ricardo Nazar na Rádio Inconfidência.


Quer mandar mensagem para o programa ? Mande através do email :

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Boa Ventura!!! - Dica de leitura


Boa Ventura - A Corrida do Ouro no Brasil (1697 - 1810). A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo. Este é o título do livro que indicamos na postagem de hoje. A obra é fruto de um amplo trabalho de pesquisa do premiado autor belorizontino, o Jornalista Lucas Figueiredo. Quem gosta de história e ou deseja saber mais sobre o descobrimento, a formação do Brasil e o impacto que o ouro brasileiro, produziu no mundo, não pode deixar de ler Boa Ventura!




A contabilidade do ouro 1765 a 67 - parte integrante do livro.

Com outro olhar sobre a história, no livro, o autor aborda os motivos pelos quais Portugal lançara expedições ao além-mar; fatos peculiares da descoberta do Brasil; as várias dificuldades encontradas durante as entradas ao sertão, no interior da colônia em busca do Sabarabuçu; a descoberta das riquezas minerais; as relações socias da época; e a produção das artes. O livro também certifica a participação de Pitangui no ciclo do ouro. Vale a pena conferir! Boa leitura, ou melhor, boa ventura!!!





O mapa das minas - parte integrante do livro.



Cada narrativa é repleta de aventura e, quanto mais se avança na leitura, maior é a curiosidade para o próximo capítulo. Sem dúvida, é um dos melhores livros sobre o Ciclo do Ouro no Brasil.



"D. João V não podia ser um rei mais feliz. Goiás, Mato Grosso, Bahia e, acima de tudo Minas Gerais (com duas novas áreas de Mineração, Pitangui e Paracatu) produziam freneticamente. Em 1745, a produção anual de ouro no Brasil já beirava 15 toneladas" (p. 216).



FIGUEIREDO, Lucas. Boa Ventura - A Corrida do Ouro no Brasil (1697 - 1810). A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo. Editora Record. 2ª ed. Rio de Janeiro e São Paulo 2011.


Atendimento e venda direta ao leitor: mdireto@record.com.br

terça-feira, 12 de julho de 2011

O centenário de Wilson Rodrigues

Década de 1940.

(Vô Wilson, vó Paulina e os filhos Nazareno, Mª Raimunda, Margarida e Nazaré)


Se estivesse entre nós, Wilson Rodrigues completaria hoje 100 anos. Nascido em Pitangui no dia 12 de julho de 1911 e falecido em 22 de novembro de 2001, aos 90 anos, Wilson Rodrigues da Silva era Filho de Joaquim Francisco da Silva e Rosalina Rodrigues Xavier.


Vô Wilson e vó Paulina - Década de 1950/60.



O "Virso da Rosa" como era conhecido, já trabalhou em diversas atividades em Pitangui, de enfermeiro no posto de saúde (ajudante do Dr. Dito) a pedreiro de "colher cheia". Com simplicidade, disciplina, zelo e amor criou 11 filhos, nascidos do casamento com a D. Paulina da Conceição Marciano.


Wilson, a filha Pilar e alguns netos - 1980.



Além dos 11 rebentos, a família é composta por 29 netos, vários bisnetos, alguns trinetos e diversos genros e noras.


Final da década de 1980.
Wilson e os netos João Vitor e Taíssa.




Vó Paulina - década de 1970.



Com falecimento da vó Paulina em 1/12/1972 Wilson era (e ainda é) o elo da família. Toda vez que íamos à casa do vô, lá estava ele, mexendo no quintal ou sentado à velha poltrana sempre com um sorriso no rosto, alegria no olhar e com um terço às mãos.




Wilson e a irmã Inês - Década de 1990.



Além de ser muito franco, o vô Wilson era hilário. Quando perguntado sobre a soneca diária depois do almoço e sobre o leite que tomava diariamente (um litro) ele dizia: "é prescrição médica". O interessante é que quando o médico determinou que ele fizesse caminhadas e largasse o "pito de palha" (após os 80 anos), ele trocou de médico. Apesar de antigo, Wilson entendia de fotoshop, pois quando um dos filhos lhe mostrou umas fotos que havia feito, ele afirmou " te ajudaram aqui heim!".



Wilson e os filhos nos seus 90 anos -julho de 2001.
Mª Augusta, Zé Maria, Margarida, Joaquim, Mª Raimunda, Wilson, Pilar, Nazareno, Nazaré, Inês, Conceição e Zé Wilson.




Mas a seriedade e fé se manifestavam na hora de ir embora, na hora da benção o vô Wilson dizia: "Vá com Deus, Nossa Senhora e Anjo da Guarda"!
Wilson Rodrigues é descendente do João Xoxo que era descendente do Velho do Taipa (veja a postagens sobre os Xoxos). Foi um homem, simples, trabalhador, honesto, gostava de um carteado nas horas vagas e soube criar os filhos e netos, tornando-nos homens e mulheres de bem.

Lápide. Foto: Leonardo S. Morato.
Demais fotos: álbum de família.


O conselho ensina mas o exemplo convence e arrasta. Fica aqui a nossa homenagem em nome de toda a família Silva ao patriarca que até hoje, o temos como uma referência!