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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Inauguração de ponte em Campo Grande: 1971 - parte II

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
Aqui, apresentamos a sequência das fotografias relacionadas com a presença dos representantes do legislativo e executivo Pitanguiense em Campo Grande, no dia 09/08/1971.

Acervo Câmara Municipal de Pitangui


Acervo Câmara Municipal de Pitangui


Acervo Câmara Municipal de Pitangui


Acervo Cãmara Municipal de Pitangui


Acervo Câmara Municipal de Pitangui


Acervo Câmara Municipal de Pitangui


domingo, 29 de setembro de 2013

Inauguração de ponte no Campo Grande: 1971 - Parte I

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
 Nesta postagem apresentamos uma série de fotos que registram a inauguração de uma ponte em Campo Grande, no dia 09/06/1971, quando Pitangui completava 256 anos. A solenidade contou com a presença de representantes do legislativo municipal e do Prefeito de então, o Sr. Elvécio Starling Diniz e, também com as bençãos da Igreja através do Padre Maurílio, que segundo, Henrique Fernandes Leão, passou por Pitangui por um curto período de tempo.

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
 Se você reconhece alguma pessoas presente nestas fotos e quiser colaborar conosco deixe um comentário.

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
A solenidade teve queima de fogos, como podemos perceber na foto acima, onde um garoto segura uma caixa de fogos de artifício.

Acervo Câmara Municipal de Pitangui

Acervo Câmara Municipal de Pitangui

Acervo Câmara Municipal de Pitangui



Acervo Câmara Municipal de Pitangui

Acervo Câmara Municipal de Pitangui

Acervo Câmara Municipal de Pitangui


sábado, 28 de setembro de 2013

No céu de Pitangui

As primeira chuvas de setembro caíram e com elas vieram as descargas elétricas, ou seja, os raios e relâmpagos no céu de Pitangui. E o noss amigo Nicodemos Rosa já estava lá, preparado para captar com maestria esse fenômeno natural. Valeu Niko!

Raios e relâmpagos no céu de Pitangui .


Fotos: Nicodemos Rosa.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Águas passadas

 À beira do Rio Pará.

Na postagem de hoje - 27 de setembro, Dia Mundial do Turismo - exibimos imagens registradas em janeiro de 1980, à beira do rio Pará, mais especificamente na região da Usina, próximo à Conceição do Pará.

 

Pelo volume de água e pela época do ano, constata-se que era o período das chuvas, há 33 anos.

A usina hidrelétrica e as águas do Pará.
Fotos: José Wilson da Silva.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Pitangui 252 anos: 1967

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
Nesta postagem apresentamos algumas fotos da comemoração oficial dos 252 anos de Pitangui, comemorado em 1967. Deixamos nossos agradecimentos à Senhora Sônia Assis e demais funcionários da Câmara Municipal de Pitangui, assim como os vereadores, que sempre nos recebem com cordialidade, apoiando nossos trabalhos de divulgação da história da cidade e também em nossas pesquisas documentais.

Acervo Câmara Municipal de Pitangui



Acervo Câmara Municipal de Pitangui
Acervo Câmara Municipal de Pitangui

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Foto & Memória

Acervo Câmara Municipal de Pitangui
Você conhece as pessoas que compõem este time? Deixe um comentário e nos ajude a escalar esta equipe.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Queimadas em Pitangui - Versão 2013


 

A queimada, descontrolada e sem licença dos órgãos competentes, é tida como incêndio criminoso e é punida pela Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), com pena de um a quatro anos de reclusão. Infelizmente, na prática, ano a ano estas cenas se repetem. Talvez a melhor solução seja investir na Educação Ambiental para concientizar a população sobre os prejuízos causados pelas queimadas em nossa cidade.








As imagens foram feitas no domingo passado (22/09), da Praça de Esportes e do Chapadão.

domingo, 22 de setembro de 2013

Museu da Imagem e do Som de Pitangui

 Rua Pe. Belchior na década de 1970.

Os fatos do passado registrados em forma textos, livros, imagens e áudios, tornam - se documentos e fontes de pesquisas sobre os nossos processos históricos. Assim como os registros dos acontecimentos, dos hábitos e costumes de hoje também serão história em um futuro próximo. Alinhado a este pensamento, o Pitanguiense William Santiago brinda a chegada da Primavera, compartilhando suas experiências e perspectivas a respeito do Museu da Imagem e do Som, rumo aos 300 anos de Pitangui.

 Clube Atlético Pitanguiense. Década de 1950.
Em pé: Sô Zé Emídio, Verinho, Lindolfo Giriza, Hermes, Arésio Palica, Sabará e Múcio do Cardoso. Agachados: Cate do Ildefonso, Silas, Divino, Messias e Tarcísio Palica.

Museu da Imagem e do Som de Pitangui, o passado provocando o futuro - Um presente para os 300 anos de Pitangui 

A ideia da criação do Museu da Imagem e do Som nasceu no Instituto Histórico de Pitangui, no velho sobrado da Rua José Gonçalves, entre 1989 e 1990. Senti que havia a necessidade de preservar a história da cidade em áudio, vídeo e fotografia. Via perderem-se documentos nessas mídias, a começar da minha própria casa, onde as fotos de família estavam se deteriorando, muitas já irreconhecíveis. Outra evidência de que era necessário fazer alguma coisa para a conservação desse passado foi o fato de saber que parte do arquivo do Fotocolor Kamargos tinha se perdido por causa da umidade. Nessa aí, perdi a única foto que tirei no primeiro quadro do Pitangui, contra o juvenil do poderoso Cruzeiro do pentacampeonato da década de 60. Daí, não posso contar papo pros mais novos de que joguei, além do CAP, também no PEC, onde encerrei minha carreira prematuramente, como frustrado astro do futebol. Já que as fotos em minha casa tinham sido um claro exemplo da casa de ferreiro e espeto de pau, parti para a reação. Comecei a propor a ideia do Museu, e o prefeito da época, Paulo Carvalho, deu o sinal verde para as primeiras aquisições de fotografias e a inauguração de fato do que então chamávamos MIS-Pitangui, iniciais de Museu da Imagem e do Som de Pitangui. Essa inauguração aconteceu com uma exposição permanente de fotos no 2º andar do Instituto Histórico, em uma estrutura móvel de madeira criada pelo Jonba (João Batista de Freitas). Não me lembro se houve uma ata de criação e nem qual a situação jurídica do MIS- Pitangui, mas creio que se pensava incluí-lo como um braço do Instituto Histórico. Isso aí há que ver, mas creio que existiu de fato e não de direito. As primeiras providências foram divulgar entre os interessados que estávamos solicitando colaborações em filmagens, fotografias, fitas cassete de áudio e outros documentos que tivessem a ver com a ideia e, principalmente, iniciar uma produção própria. Dessa produção própria, a mais imediata seria uma série de entrevistas com ex-prefeitos de Pitangui. Quanto às doações, a primeira pessoa a atender aos pedidos foi um senhor que tinha passado muitos anos fora de Pitangui, cujo nome não me lembro no momento, lamentavelmente. Só sei que era irmão do sr. Onofre Máximo de Rezende (Onofre Tatu). Esse senhor doou muitas fotografias coloridas, das quais sobressaíam as tiradas no Morro do Lavrado na década de 70 e que mostram as extraordinárias mudanças que sofria o bairro. O Instituto Histórico, por sua parte, adquiriu muitas fotografias do Fotocolor Kamargos para iniciar o acervo do MIS-Pitangui. Para começar a produção própria, as filmagens em VHS começaram com uma entrevista que fiz com o ex-prefeito Antônio dos Santos. A matéria foi feita em sua casa, com filmagem do jovem Marcos Pedra. A segunda filmagem destinada ao MIS-Pitangui foi com o também ex-prefeito Anthero Rocha, em sua fazenda, no caminho de Martinho Campos. Em companhia do arquiteto (e também ex-prefeito) Evandro Mendes, seu sobrinho, que se encarregou também da filmagem, entrevistamos o ex-prefeito. Evandro Mendes, além de filmar, se comprometeu, muito gentilmente, transferi-la para DVD e doar uma cópia ao Instituto Histórico. O objetivo, como mencionado acima, era entrevistar todos os ex-prefeitos vivos, mas não passou daí. Na época, eu já não vivia no Brasil e não pude prosseguir no projeto. Sugiro que a ideia seja retomada, porque são depoimentos históricos que, passadas as paixões políticas do momento, poderão ser uma referência histórica para as futuras gerações. O acervo também se constituía de fitas domésticas de áudio com shows, brincadeiras, vozes de pitanguienses, de personagens da história. Uma das doações foi do Wellington Oliveira Lima, o Kabrito, interpretando algumas canções.

 Abertura do Carnaval de rua em 1986, com locução do Zé Lacerda.
Fonte das imagens: Jornal Correio de Pitanguy.

Outra contribuição, se bem me recordo, foi a de José Raimundo Machado, que doou uma preciosidade ao MIS-Pitangui: uma entrevista, gravada em fita de áudio, que fez com o Professor Morato para uma das edições do Correio de Pitanguy. Seria sensacional reencontrá-la, passá-la a uma mídia moderna e fazê-la circular para que as novas gerações saibam de quem estamos falando. Todo esse acervo deixei a cargo do presidente do Instituto Histórico na época, José Messias Fernandes, quando me mudei de Pitangui para Brasília, por volta de 1994. Entendo que os passos a seguir para retomar a ideia seriam localizar esse pequeno e importantíssimo acervo, indez de uma grandiosa massa de informação que está por vir, organizá-lo e editar as filmagens já feitas. Uma providência imediata seria transferir tudo que for possível para as mídias modernas e acondicionar os originais de maneira a protegê-los da ação do tempo. As fotos existentes teriam, evidentemente, de ser digitalizadas e fariam parte de um futuro arquivo virtual. Lembro que haverá uma sede física para o MIS-Pitangui, que, sendo raro no interior, tornar-se-á um ponto de visitação turística obrigatória e um inevitável ponto de encontro de estudantes e pesquisadores. Em seguida, aproveitando as novas mídias e a internet, criar os canais de interatividade, como uma página, um correio eletrônico, um blog e o que mais vier por aí. Com esses novos recursos, as possibilidades são inimagináveis e as doações e trocas virão aos montes, criando um acervo interativo digitalizado de inimaginável utilidade pública, uma verdadeira enciclopédia pitanguiense na internet. É o passado provocando o futuro. Evidentemente, a produção própria tem de ser incentivada e planejada tendo em vista a valorização da História do município e o interesse público. Quanto à personalidade jurídica do MIS-Pitangui, se é que nada foi estabelecido na época, é algo a ser estudado, de acordo com o interesse público. Fica aqui o meu depoimento sobre o que foi feito e o que está por fazer, sob a minha ótica. Com a aproximação do Tricentenário da cidade, conclamo a todos para trabalharem em uníssono para a organização dos festejos. Não deve haver muitas festas, mas, sim, uma festa enorme, contínua e planejada. Não será um aniversário qualquer. De aqui até junho de 2015, será tempo de reflexão sobre o passado, conhecimento e aproveitamento dos recursos do presente e planejamento do futuro. A propósito dos recursos do presente, não se podem ignorar as mídias alternativas que tanto vêm fazendo pela cidade, como os blogs "daquidepitangui" e o "blogdocarlos", que já se tornaram verdadeiros museus virtuais de Pitangui. Por último, mas não em ordem de importância, mas só para fechar, deixo um pedido para que a atual diretoria do Instituto Histórico, as autoridades municipais, a iniciativa privada e a comunidade em geral se coordenem para levar avante, em parceria construtiva, uma iniciativa que, aperfeiçoada e modernizada, será um presente de valor inestimável para os 300 anos de Pitangui, o nosso Museu da Imagem e do Som. Ainda há tempo! (William Santiago, Brasília, 2013)

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Escritores Pitanguienses em Divinópolis

Dedicatórias e divulgação de  Pitangui.

Os escritores Pitanguienses Jorge Mendes Guerra Brasil e Maria Edite e Silva Macedo, estiveram presentes na Feira do ISED em Divinópolis -MG, no último dia 15, a convite dos alunos da Funedi/Uemg. O evento foi realizado na Praça da Catedral onde os autores puderam expor e comercializar suas obras e interagir com os presentes. As imagens e informações foram enviadas pelo fotógrafo Paulo Salatiel, a quem agradecemos. 

Cultura e interação na praça.
Parabenizamos o "Seu  Jorge", a Sra. Maria Edite e a todos os escritores de Pitangui pelo trabalho de divulgação da memória da cidade, fora dos limites territoriais do Município e almejamos que mais iniciativas culturais públicas ou particulares sejam realizadas em Pitangui.


 Salatiel, Maria Edite, Jorge Mendes, Zé Francisco e José Valério.
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Neste momento oportuno, o Blog Daqui de Pitangui ressalta o enorme prazer em divulgar as ações, eventos e fatos de relevância cultural para a cidade. Aliás, promover os talentos Pitanguienses é uma das premissas deste nosso trabalho. Porém, solicitamos que as iniciativas sejam comunicadas com antecedência para que possamos divulgá-las a contento no espaço AGENDA. É importante enfatizar que as atividades realizadas têm o caráter voluntário, por meio do qual os organizadores (Licínio, Dênio, Leonardo e Vandeir) conciliam as pesquisas e a elaboração de postagens para o Blog, com as atividades pessoais e profissionais (fora de cidade). Agradecemos pela credibilidade e identificação com a nossa proposta de lançar outros olhares sobre a Sétima Vila do Ouro das Gerais.

Atenciosamente,


Equipe do Daqui de Pitangui.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Prefeitura reativa o site oficial

Site da Prefeitura Municipal de Pitangui.

Depois de passar por um período de reformulação, o site da Prefeitura de Pitangui está novamente em atividade. Ainda em composição, sob a tutela do Zé Luiz Peixoto (Assessor de Comunicação) e do Thiago Moreira (Web Designer), o site traz informações sobre a cidade; mostra imagens captadas por fotógrafos pitanguienses; dispõe de um espaço para a manifestação da sociedade sobre as questões do Município; e apresenta um link para o Daqui de Pitangui. Agradecemos à Prefeitura pela divulgação do Blog  e parabenizamos pela reativação deste importante canal de comunicação oficial entre a cidade, os pitanguienses e visitantes. Que venham mais boas notícias!

Para saber mais acesse:

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Igrejas e sobrados


Nas imagens de hoje registramos um outro ângulo sobre o Centro Histórico, com destaque para a igreja Matriz e o casarão que pertenceu ao Monsenhor Vicente Soares (atualmente Pousada) em primeiro plano. Ao fundo, destacam-se as torres da igreja de São Francisco de Assis. 

                                                  
Saiba um pouco mais sobre o Monsenhor Vicente: