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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Tiro de Guerra de Pitangui - 638

     Ao procurar por fotos antigas na casa do advogado Márcio Campos me deparei com um documento muito interessante. Trata-se da caderneta de instrução de tiro de João Bicalho Filho, pai da Guilhermina Bicalho esposa de Márcio, quando este serviu o Tiro de Guerra de Pitangui em 1920.



O primeiro Tiro de Guerra surgiu em 1902 na cidade de Rio Grande (RS) então como uma sociedade de tiro ao alvo com instrução militar a qual era denominada Linhas de Tiro. Em 1916 com o incentivo da campanha de Olavo Bilac em favor do serviço militar obrigatório a municipalidade e o exército se unem e transformam a sociedade no primeiro Tiro de Guerra do Brasil. Imediatamente este tipo de estrutura militar se espalhou por várias cidades do país. A instituição é  encarregada de formar reservistas para o exército. Os TGs são estruturados de modo que o convocado possa conciliar a instrução militar com o trabalho ou estudo. 
Registro do resultado do treinamento de João Bicalho com fuzil Mauser 7mm 

Pesquisando os arquivos do antigo  Ministério da Guerra na internet é possível observar que o Tiro de Guerra de Pitangui é criado em 1919 com o número 638.Não é possível saber se as instruções se iniciaram neste ano ou  se a turma de João Bicalho foi a primeira a ser instruída. Por outro lado também não foi possível saber por quanto tempo durou esta estrutura na cidade. Na internet a sequência de relatórios se encerra em 1925 com o nome de Pitangui ainda constante na Relação das Sociedades de Tiro Confederadas. No entanto, a partir de 1922 o nome da cidade está precedido de dois hífens (=) sem que não é possível saber o que significa este sinal. Além de Pitangui constam da relação as cidades de Dores do Indaiá nº 563, Abadia (Martinho Campos) nº 613 e Abaeté nº 629

Além de João Bicalho sabe-se que o ex-prefeito Antônio dos Santos também foi aluno do TG 638.

Atualmente as cidades mais próximas a Pitangui que possuem este tipo de estrutura são Bom Despacho (04-006), Itaúna (04-009), Divinópolis (04-0190) e Formiga (04-030). Solicitamos aos leitores de pitangui que os informem da existência de outros pitanguienses que possam ter sido alunos do Tiro de Guerra 638. Fotos também são muito bem vindas.

Vandeir Santos








quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Boas Festas!!!

A equipe do Blog "Daqui de Pitangui" deseja a todos seus amigos e visitantes Boas Festas!
Desejamos que 2015 seja um ano de grandes realizações para aqueles que têm coragem de fazer seus sonhos tornarem-se realidade.

Disponível em: http://governadoremfoco.blogspot.com.br/2013/12/feliz-natal.html, acessado ,em 25/dez./2014.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Pitangui no Cineclube Olaria

Cineclube Olaria. Fotos: Blog Daqui de Pitangui.
 
Ao final da tarde e início da noite do dia 18 de dezembro tivemos a grata oportunidade de celebrar Pitangui, mostrando um pouco do seu tricentenário patrimônio cultural, na capital mineira. O evento aconteceu no Cineclube Olaria, que fica na Estação Ecológica da UFMG.

Assim que chegamos já nos sentimos em casa, pois além da receptividade, o local lembrou de imediato a Mata do Céu em Pitangui. De acordo com a Graziella Luciano (responsável pelo projeto) o Cineclube existe desde 2012 e o espaço onde os filmes são exibidos era uma antiga olaria (fábrica de tijolos) e já foi uma espécie de capela, onde os monges realizavam as suas orações diárias.

Em um clima de amizade e descontração as pessoas foram chegando, se conhecendo, se reencontrando, iniciando o bate papo acompanhando de petiscos e de uma cerveja gelada, enquanto os músicos passavam o som até a hora da sessão de cinema.

 
 
Foram exibidos quatro documentários filmados na cidade e no entorno de Pitangui sendo eles: Pelos Caminhos do [rio] Pará; Pitangui Tricentenária – Religiosidade; Bacolêlê (obra musical do Prof. Reinaldo Rohr e parceiros); e Quilombo do Veloso. Entre pitanguienses, professores, produtores culturais, músicos, jornalistas e profissionais do Cine Olaria, o público assistiu atentamente aos curtas metragens.

No breve debate após o filme destacamos o comentário do Zé Carlos Oliveira (filho do Patesko) que comparou a sala de exibição a um vagão de trem e se lembrou quando ouvia o apito da Maria Fumaça chegando à estação em Pitangui. Outro fato interessante, foi que algumas pessoas manifestaram informalmente o desejo e a curiosidade de conhecer a cidade.

 
A festa continuou com a apresentação do Trio Caldas (Dênio, Ricardo e Samuel) com a participação do Zé Carlos e, além de músicas de compositores pitanguienses a execução musical teve samba, bossa e harmoniosos improvisos.


Considerando o alto astral e a sinergia gerada no evento, o objetivo foi cumprido: contribuir para a valorização histórico cultural de Pitangui, destacando os 300 anos em 2015. O Blog Daqui de Pitangui agradece a todos que atenderam ao nosso convite e que apoiaram a realização e a divulgação deste projeto.
Fotos: Blog Daqui de Pitangui.
 
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Vídeo sobre o evento. Publicado em 24/12/14. 
 

domingo, 21 de dezembro de 2014

A fiscalização de Tasso Lopes Cançado

Hoje o rio Pará já não é tão piscoso como no passado, não só devido a crítica situação atual de suas minguadas águas, reflexo de uma escassez de chuvas nunca antes vista na região sudeste do país, mas como também da pesca predatória da qual o rio foi vítima. 

Arrastões e paris utilizados predatoriamente durante décadas reduziram drasticamente a oferta de pescado do maior afluente do rio São Francisco. Pari é uma armadilha montada com estacas de um barranco ao outro em um desnível de um curso d'água que obriga o peixe a passar por uma abertura que desemboca em um compartimento mais abaixo que não permite sua fuga. É muito comum em corredeiras. A tradição oral fala em paris no rio Pará que conseguiam encher um caminhão de peixes em uma única noite. 

Pari montado no Pontal, onde o São João deságua no Pará no mês de maio de 2013
Fonte:http://www.jcnoticias.com.br/index.php?Conteudo=detalhes&Tipo=policial&Codigo=24152&Ini=&Pagina=01

Pari montado no rio Pará na década de 50 - Fonte: acervo pessoal de Tasso Lopes Cançado

No passado, para fazer frente a esta atitude criminosa o Ministério e a Secretaria de Agricultura criaram a figura do fiscal de caça e pesca que tinha por objetivo reprimir o delito e autuar quem não cumprisse a lei. Em Pitangui, durante as décadas de 50 e 60 do século passado este cargo foi ocupado por Tasso Lopes Cançado, o Tasso Bila. Em postagem do último dia 18 de setembro, Dênio Caldas nos apresenta recortes do jornal Município de Pitangui de 26 de dezembro de 1965 onde Tasso comunica aos interessados que sua pessoa era responsável por todo o serviço de fiscalização na região de Pitangui. Link: http://www.daquidepitangui.blogspot.com.br/2014/09/municipio-de-pitangui-dezembro-1965.html

Recorte da edição de 26/12/65 do jornal Município de Pitangui

Carteira funcional de Tasso Lopes cançado

Tasso (ao fundo de bigode) no momento da autuação de um pescador 
Fonte: acervo pessoal de Tasso Lopes Cançado

É perceptível a cara de insatisfação do autuado (a esquerda) 
Fonte: acervo pessoal de Tasso Lopes Cançado

Vandeir Santos







sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Escola Municipal Dr. José Lima Guimarães

Na postagem apresentamos um pouco da história da "Escola Municipal Dr. Jose Lima Guimarães", localizada na rua Antônio Pinto Amaral, nº 369, Brumado.



A escola foi criada em 1937 com o nome de "Escola Combinada da Fazenda do Estado", local onde hoje funciona o ITAC/EPAMIG. Segundo a professora Neuza da Conceição Machado, a escola foi instalada no município por militares, com o objetivo de oferecer ensino aos seus filhos. Posteriormente, a escola passou a ser denominada "Escolas Reunidas Dr. José Lima Guimarães", em homenagem ao, então, diretor-gerente da Cia. de Tecidos Pitanguiense, sediada naquela localidade. Durante seus primeiros anos de existência, a escola foi coordenada pela professora Iria Gabriela da Silva. Abaixo podemos observa o livro de registro das lições (conteúdos) que eram trabalhadas com os alunos, pela professora Iria.



Ainda, segundo a professora Neuza, "em agosto de 1976, a escola recebeu a denominação de 'Escola Estadual Padre Joaquim Lopes Cançado' [...] Por ter sido criado pelo Dr. José Lima Guimarães [...] a comunidade brumadense lutou junto à Assembleia Legislativa para voltar o antigo nome da escola [...].


Esta escola passaria a denominar-se "Escola Estadual Dr. José Lima Guimarães", por determinação da Lei nº 9.951, sancionada pelo, então, governador Newton Cardoso, publicada no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em 29 de setembro de 1989. 


Em 1998 a escola foi municipalizada e sendo denominada "Escola Municipal Dr. José Lima Guimarães", conforme a resolução nº 8391, publicada no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, em 23 de janeiro daquele ano.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Uma história musical

Com o conceito de utilizar as novas mídias, sobretudo valorizando as tradições e os patrimônios culturais de Pitangui assim vamos labutando desde 2009, abordando o passado e o contemporâneo. Na postagem de hoje divulgamos uma entrevista com o prof. Reinaldo Pereira, cuja obra musical vem sendo documentada e compartilhada no Canal do Rohr. Em breve desenvolveremos novos trabalhos sobre a música de Pitangui. No evento que acontecerá na próxima quinta-feira em BH, também abordaremos sobre a obra destes compositores pitanguienses, no contexto dos 300 anos. Confira o documentário no vídeo abaixo. 


domingo, 14 de dezembro de 2014

Vista noturna de Pitangui

 Rua Gustavo Capanema, centro baixo, Lavrado e Chapadão.

 Ruas  Pe. Belchior e Gustavo Capanema.

 Ruas Martinho Campos, Pe. Belchior, Gustavo Capanema e a Fábrica de Tecidos no alto.


Praça Gov.Benedito Valadares, Ruas Martinho Campos e Pe. Belchior.
Fotos: Leonardo Morato em 30/6/2014 na Cruz do Monte.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

As nossas ruas no século XX

 Praça do Colégio - EEMAO. 
Fotos: Autores desconhecidos.

A nossa memória é mesmo uma caixa de recordações onde, ao menor estímulo, as lembranças vêm à tona. Ao ler o texto abaixo me lembrei da infância na rua Alarico Bahia na década de 1980, onde as crianças de pés descalços ou de chinelos de dedo brincavam com seus barcos de papel nas enxurradas pós-chuva e disputavam corridas de velocípede e velotrol levantando poeira na ladeira de terra batida, antes do calçamento de pedras chegar.

A crônica de hoje é do “brumadense” Paulo Miranda, frequentador das serestas e serenatas e jogador do time do João Albino em uma Pitangui de outrora. Formado em Letras e Geografia, hoje Diplomata, cidadão do mundo, escritor no blog Recanto das Letras, sob a alcunha de Brazilio, que conserva suas sólidas raízes pitanguienses. 

Rua Visconde do Rio Branco / Rua da Paciência.

Calceteiros e capinadores de rua

Por Paulo Miranda.
Nos anos sessenta, era comum vê-los aos magotes na sua faina cotidiana, das segundas às sextas. Jamais juntos numa mesma rua, pois suas tarefas não se sincronizavam: o calçamento precisava estar pronto e bem assentado para o capim começar a fixar as raízes entre as suas gretas.


E cada rua tinha a ordem sua: calçamento, no seu mais solene momento, e a capinação, periódica, sempre que houvesse a ocasião.


Os calceteiros eram homens, com uns poucos rapazes aprendizes, e os capinadores, não mais que meninos. Ganhavam uma merreca e os atrasos eram de regra mas a Prefeitura é que lhes assegurava o sustento e a dignidade daquele vínculo com a sociedade. Mas de cócoras.


As equipes de trabalho tinham o seu mestre, que, além de se vestir com o garbo da função, dava os comandos e verificava sua execução, na intransigente ordem das coisas.


Com a expansão da área calçada, a partir do centro da cidade, os calceteiros viram os seus paralelepípedos de granito de fácil e decorativa colocação, transformarem- se em poliedros, de assimétrica conformação. Mas para a periferia, era do Prefeito, perfeita, a solução. Calçamento bonito era caro.


Em alguns trechos da cidade, geralmente nas ladeiras centrais mais abruptas, onde já havia um calçamento de pedras arredondadas, pés-de-moleque chamadas, optou-se pela superposição dos paralelepípedos, que muitas vezes elevava as superfícies e deixava passeios e casas rebaixados.


O ritual do calçamento era iniciado pelo nivelamento da rua por meio mecânico, a que se sobrepunha uma camada de areia, seguida do assentamento das pedras, a partir de uma linha central, feito uma coluna dorsal.


Tempos depois, assentadas as pedras e corridas enxurradas sobre elas é que apareciam os capinadores, com seus ferrinhos a esgravatarem as gretas e as libertarem das gramíneas renitentes, nesta terra de Caminha, tão frequentes.


Mas aí, com um Governador espalhasfaltoso, dito garboso, veio o asfalto. E se foram os calceteiros e capinadores, sem pedra e sem grama, pro seu cotidiano drama.



Brazilio

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Escola Municipal "Professor José Morato", em Santana da Prata

Quando participei, como palestrante, do projeto "Dia C - Dia de Cooperar 2014", promovido pelo SICOOB/CREDPIT, tive a oportunidade de conhecer a Escola Municipal "Professor José Morato", em Santana da Prata, município de Conceição do Pará. Aliás, esta escola foi a grande vencedora do projeto.

Foto: Licínio Filho
Na ocasião, o Grupo "Doutores Palhaços também participaram do projeto se apresentando em diversas escolas da região.

Foto: Licínio Filho
Um fato curioso me chamou a atenção enquanto aguardava o horário da palestra. Uma placa no pátio da escola revelava que ali havia funcionado uma "Escola Rural Federal", fundada em 13 de julho de 1952, durante a gestão do prefeito Antero Rocha. Esta escola rural funcionou até quando? Por que deixou de funcionar?
Em 1999, este estabelecimento de ensino foi rebatizado com o nome de "Escola Municipal Professor José Morato". A história da "Escola Rural Federal", de Santana da Prata precisa vir à luz, merece uma pesquisa cuidadosa para entendermos os motivos de sua extinção.


Foto: Licínio Filho

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pitangui na Capital


PITANGUI NA CAPITAL MINEIRA

O blog Daqui de Pitanguy e a SAP – Sociedade dos Amigos de Pitangui convidam para o evento cultural que consiste na exibição de vídeos documentários sobre a cidade e apresentação de música ao vivo (banda formada por pitanguienses - sob a coordenação do Dênio Caldas).  As atividades serão realizadas a partir das 19:30 hs no Cine Olaria que fica no Campus da UFMG na Pampulha, no próximo dia 18 de dezembro, com entrada franca! Em parceria com a Sarasvatti Produtora Cultural e o Instituto Cultural Palco e Tela o objetivo do evento é contribuir para evidenciar as comemorações dos 300 Anos de Pitangui em 2015, abordando sobre os patrimônios culturais da cidade nos aspectos: musical, natural, étnico social e histórico religioso. Divulgue, participe!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Igreja do Pilar

Igreja Matriz do Pilar. Clique nas imagens para ampliá-las.
Fotos: Leonardo Morato.
 
"Coisa que gosto é poder partir sem ter planos, melhor ainda é poder voltar quando quero" para  rever pessoas, lugares, sabores, cheiros, sons, casarões e templos. E a fotografia nos permite isso, viajar no tempo e no espaço. Então pegando carona na harmonia  do Toninho Horta vamos de Igreja do Pilar (bonita de toda parte) porque os sinos devem estar repicando neste exato momento.

 












sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Escola Estadual Gustavo Capanema

Foto Licínio Filho

A postagem de hoje apresenta a Escola Estadual Gustavo Capanema, localizada no bairro Jatobá, Pitangui. Inaugurada em 5 de agosto de 2000, ano do centenário de nascimento de Gustavo Capanema, político mineiro, nascido em Pitangui, que teve grande projeção no cenário político brasileiro, principalmente entre as décadas de 1930 e 1940, quando esteve a frente do Ministério da Saúde e Educação, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945).

Foto: Licínio Filho
Este ano estou lecionando nesta escola a disciplina Geografia. Tem sido uma experiência muito interessante, pois, me possibilitou vivenciar a realidade de uma região da cidade que eu não tinha acesso. O ambiente de trabalho é desafiador. A equipe de profissionais é muito boa, tenho aprendido  com todos. 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Paixão Sem Cura

Paixão Sem Cura é nome da mais nova música lançada no Canal do Rohr (Prof. Reinaldo Pereira) no youtube, interpretada pelo parceiro Dênio Caldas. O vídeo foi gravado em uma reunião do Blog em Pitangui, no mês de outubro passado, e as imagens são das cidades de Lisboa e Sintra em Portugal. Segundo o nosso amigo William Santiago (um dos autores da música) a história desta composição é mais ou menos assim: "Agora vamos fazer uma música ruim!? Daquelas pra cantar em botecos, falando das dores de amores não correspondidos? Vamos! Então saiu a Paixão Sem Cura". Imaginem se fosse para ficar boa? Posteriormente divulgaremos outras versões da música. Confiram o vídeo abaixo.

Canal do Rohr. Paixão Sem Cura na voz de Dênio Caldas. Vídeo: Léo Morato.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Receita de Licor de Pequi

Na postagem de hoje apresentamos uma receita de Licor de Pequi, fruto típico do cerrado e tão apreciado em Pitangui. O nome deste fruto tem origem Tupi e significa "pele espinhenta".
O Pequi é muito utilizado na culinária regional, sua polpa tem o dobro de vitamina C de uma laranja, sendo, também, rico em vitaminas A, E e carotenóides. Tais propriedades favorecem o combate ao envelhecimento e a doenças associadas à visão. "Mas os benefícios vão além: sua amêndoa é utilizada na fabricação de um rico óleo que possui ação anti-inflamatória, cicatrizante e gastroprotetora."


Disponível em: http://www.escolakids.com/pequi.htm, acessado em 02/dez./14.

RECEITA DE LICOR DE PEQUI

INGREDIENTES:

1kg. de açúcar
1 litro de álcool de cereais ou vodka
1 xícara e meia de massa de pequi
1 litro de água


MODO DE PREPARAR:

Lavar bem o pequi e colocar para cozinhar. Deixar esfriar, eliminando os caroços e colocar a massa do pequi na ''infusão'' por 15 dias no álcool ou vodka.Coar, filtrar e fazer o xarope com água e açúcar. Colocar a infusão no xarope frio, engarrafar e deixar envelhecer.


FONTE:

http://www.cerratinga.org.br/pequi/, acessado em 02/dez./2014.
http://www.deliciasdacozinhamineira.com.br/licores/licor_de_pequi.php, acessado em 02/dz./2014.