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terça-feira, 31 de março de 2015

domingo, 29 de março de 2015

Hoje é dia



 Sabor e praticidade no seu domingo.

Pra você que está procurando um tempero diferente neste domingo, a dica é o Bar do Nino.  Com um cardápio simples, saboroso e diversificado o Tô No Trampo é sempre uma boa pedida pra quem deseja fugir da cozinha e apreciar uma boa comida pitanguiense, com direto a um bom papo, cerva gelada e música boa. Vai lá e confira.

A gastronomia no bar do Nino Pitanguy.
Fotos: Léo Morato.

sábado, 28 de março de 2015

Ricardo Nazar & Banda


Neste sábado dia 28/03 o conterrâneo Ricardo Nazar & Banda faz show às 23:00 hs no Vinnil Cultura Bar em Belo Horizonte (inconfidentes com Alagoas) . Contato para reservas 3567-4760.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Exposição PITANGUY: TRÊS SÉCULOS DE HISTÓRIA


     Por iniciativa do Secretário de Cultura do Estado, Dr. Ângelo Oswaldo, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa e o Arquivo Público Mineiro farão uma exposição de documentos históricos e obras literárias que retratam os 300 anos de vida da Sétima Vila do Ouro das Minas Gerais.



     Os interessados poderão visitar a exposição de 11 de abril a 08 de maio na Sala de Exposições Temporárias do Museu Mineiro. É uma excelente oportunidade para que todos os pitanguienses residentes na capital e adjacências tenham contato com a história e com a cultura de sua cidade natal.
     Diversos autores da cidade doaram exemplares de suas obras para o acervo da Biblioteca Pública Estadual como forma de divulgação da cultura pitanguiense e para o enriquecimento da exposição.
     O Museu Mineiro está localizado na Avenida João Pinheiro, 342, no centro de Belo Horizonte. Informações (31) 3269-1168.

Vandeir Santos


sexta-feira, 20 de março de 2015

Sim, a Arte é necessária!

A subjetividade da arte.
Foto: Léo Morato.

De tudo o que observamos, pensamos, refletimos [e publicamos] até aqui, podemos concluir que a arte e as manifestações artísticas têm várias funções na sociedade e na cultura: interpretar o mundo; provocar emoção e reflexão; educar e orientar; expressar o pensamento e a forma de ver o mundo; explicar e refletir a história humana; questionar a realidade; representar crenças e homenagear Deuses, ideias, pessoas e muitas outras coisas. E nós, como apreciadores ativos, expectadores atuantes, procuramos viver uma experiência estética (observando ou fazendo arte), que poderá gerar questionamentos e sensações como:

- O quê isso representa? O quê me diz?
- Como nunca pensei nisso?
- Que agradável apreciar uma obra tão bem feita!
- Como o artista soube usar tão bem o material!
- Que efeito interessante, que ideia bem materializada!
- E se as coisas fossem assim? O que posso fazer para que as coisas sejam assim?

A experiência estética que a arte proporciona é uma forma de felicidade muito especial porque é transformadora. Ela nos modifica pela emoção que proporciona. Para interagir e apreciar a arte usamos as experiências anteriores, a percepção, as habilidades comunicativas, a sensibilidade, a imaginação e a criatividade. Assim, quanto mais temos contato com as manifestações de arte, mas desenvolvemos as habilidades pessoais para enxergamos um mundo diferente. É preciso transformar pela arte, pela cultura para transformar a realidade!



Adaptado do texto: A arte é necessária – Coluna do Belo.



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E por falar em arte, hoje a noite tem música boa na cidade!
Warley Reis e Ricardo Caldas na Cervejaria Sétima Vila.


quarta-feira, 18 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Memórias do Brumado

Panorâmica do Brumado.

Na postagem de hoje, em mais uma crônica, Paulo Miranda, nosso conterrâneo brumado-pitanguiense, nos convida a voltar ao tempo, contando uma história boa de se ouvir e de se ler. E nesta sua memória estão grandes personagens do nosso passado, vivos no inconsciente coletivo: a Jardineira, a Maria Fumaça, a Fábrica de Tecido, as Antigas Celebrações, os Quintais de nossa Infância. Tá servido?

Fotos: acervo de Maria das Graças Lopes Rocha Milhomem
Interior da Fábrica de Tecidos

Just imagine...

O povoado de São Gonçalo do Brumado dos anos cinquenta não tinha uma
rua calçada sequer. Mas tinha a linha férrea, a jardineira e a fábrica
de tecidos. O gerente da "fapa", sô Afonso, era como um prefeito e,
pra muita gente, quase perfeito. Atlético, jovial e paternal,
casara-se com uma filha do dono da Companhia, uma bela Helena, e
viver, valia a pena.

O casario todo, os empregos, o operariado em seu dia a dia, tudo
pertencia à Companhia que panos pra manga produzia. O salário mínimo
equalizava todos e, quando por vezes se atrasava por uns dias ninguém
conspirava ou se rebelava.

Uma igrejinha de São Gonçalo, a estação ferroviária, o campo de
futebol e a escola satisfaziam os interesses do logradouro. O
comércio, na sua espartana modéstia complementava esse quadro com uma
venda, um bar e um açougue. Ou dois? Vou ao google depois...

As casas eram, em sua larga maioria, padronizadas na singeleza de
sala, dois quartos e cozinha, que cada família ocupante podia
expandir, se economia tinha. Puxar crescente, era a expressão mais
corrente. Umas oito ruas ou ruelas e uma praça compunham a planta
urbanizada do lugarejo.

As composições férreas, de passageiros à época, passavam diariamente,
uma subindo um dia, na direção de BH, e a outra, descendo no próximo,
rumo a Bom Despacho. Apitavam, esfumaçavam e cheiravam aquela energia
que revigorava corações e mentes. Na parada do trem, juntava-se uma
chusma de observadores, espiando os passageiros em suas janelas, a
quem era ofertada certa gama de comestíveis, dos canudos e cartuchos,
aos confeitos insuspeitos.

A arborização não era o forte daquela industriosa gente. E era uma
benfazeja visão uns ciprestes em estágio arbustivo que ornavam a porta
da casa de vovó e sua filharada solteira. Já os quintais, compensavam
razoavelmente essa insuficiência frontal: mangueiras, abacateiros,
hortas e algum jardim alegravam o ambiente. Meus pais pontificavam
nesse quesito, com a adição de amoreiras, parreira, limoeiro,
laranjeiras, cidreira e até macieira e marmeleiro, sem contar o
jardim, com suas roseiras e seu suave e sobranceiro jasmineiro.

E o cinema? Improvisava-se um, a partir de um alpendre, projetando-se
na parede de um casarão - tipo pensão, que era por todos conhecido
como o convento - no lado oposto da rua. E as cadeiras, de casa se as
trazia, com o consolo da falta de bilheteria. Foi lá que vi,
incrédulo, aquelas cenas comoventes do sacrifício de Santa Maria
Goretti, em defesa da castidade. E as estrelas pareciam parar no céu
para acompanhar com a gente o desenrolar daquele drama.

As procissões da semana santa envolviam praticamente toda a
comunidade, que tanto no gozo quanto na paixão, reuniam-se em mutirão
para decorar as ruas por onde o Cristo ia transitar, dos Ramos
até o seu ressuscitar.

A preparação para o Natal era aquela antecipação de felicidade geral.
Subia-se às janelas para se espiar os presépios, saía-se à rua para a
exibição dos presentes, numa cena de alacridade e bem-aventurança que,
quiçá, vista por John Lennon, permitir-lhe-ia adicionar uma estrofe ao
seu Imagine.

domingo, 15 de março de 2015

Rio Pará


Essa era a imagem que víamos do Rio Pará, na ponte antes do trevo de entrada para Conceição do Pará, há um mês atrás. 


Ufa ... essa é a imagem atual !!! 


Fotografrias gentilmente cedidas pelo nosso colaborador, José Alexandre Lobato de Carvalho

sábado, 14 de março de 2015

Clareia, manhã.

Nevoeiro na estrada Martinho Campos - Pitangui.
Fotos: Léo Morato.

 Serra da Cruz do Monte.

 A serra, a Matriz e torre da Fábrica.

Igrejas, ladeiras e casarões.

sexta-feira, 13 de março de 2015

"Junta Junta Futebol Clube"

Não sei se hoje em dia ainda existe essa prática, mas na década de 1980 era comum os amigos organizarem um grupo peladeiros e marcar jogos no entorno da cidade.  Eu participei de muitas e recordo-me que o nosso transporte era nas carrocerias e basculas de caminhões. Era muito bom !!! Na fotografia apresentada hoje, gentilmente cedida pelo José Heleno Souza, percebe-se uma formação de jogares do Lavrado e da Penha. O Zé Heleno não sabe a escalação, nem o campo do jogo (segundo ele, provavelmente foi no Tijuco!!). Alguém se habilita às informações ?

sábado, 7 de março de 2015

Seminário da Tradição Histórica, Judiciária e Cultural de Pitangui

A Presidente da Comissão das tradições para os 300 anos de Pitangui, Judith Aurora Gonçalves Viegas, em apoio a Prefeitura Municipal de Pitangui nas comemorações oficiais do tricentenário, promoverá nos dias 20 a 22 de março de 2015 o Seminário da Tradição Histórica, Judiciária e Cultural de Pitangui 300 anos e 159 anos da morte do Padre Belchior Pinheiro de Oliveira.

A abertura está marcada para as 20:00 do dia 20/03 no salão do CDL, onde pesquisadores e historiadores de renome na literatura histórica de Minas Gerais falarão sobre a importância do Instituto Histórico de Pitangui, do Arquivo Judiciário e também do seu patrimônio material e imaterial. O Secretário de Estado da Cultura Ângelo Oswaldo, que possui amplo conhecimento sobre a Sétima Vila, falará sobre a "Importância da  Vila de  Nossa Sra.  da Piedade do Pitangui na Província, Colônia e no Ciclo do Ouro e o valor de seus documentos do século XVIII e após." O Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, Dr. Wagner Colombaroli informará sobre "Riqueza em patrimônio material e imaterial existente no Instituto Histórico de Pitangui para pesquisadores e escritores." Os escritores Deusdedit Campos, Tarcisio José Martins e Raimundo da Silva Rabelo, que pesquisaram o acervo do IHP por longos anos para escreverem suas obras, informarão quão valiosa foi a fonte encontrada em Pitangui para que seus livros fossem escritos. Foram convidados ainda para o evento representantes do IHP/Arquivo judiciário, Observatório de Diversidade Cultural, Ordem dos Advogados do Brasil seção MG e 84ª subseção da OAB/MG, Conselho Estadual de Cultura, Prefeito e Secretário de Cultura. O seminário contará ainda com a participação de Carl Schumacher (ator, dramaturgo e diretor de teatro), Magdalena Rodrigues (Presidente do Sindicato dos Artistas/MG, artista, atriz e diretora) e de Wendel Mesquita (vereador de BH, professor e ator).
Estão previstas as seguintes falas:

1º - Ângelo Oswaldo - Secretário de Estado de Cultura
2º - Aníbal Macedo - Conselho Estadual de Cultura
3º - Dr. Wagner Colombaroli - Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais.
4º - Os autores Deusdedit Pinto Ribeiro de Campos, Tarcísio Martins e Raimundo Silva Rabelo
5º - Maria José Calderaro Teixeira - Presidente do IHP
6º - Adelan Maria Brandão - Sócia fundadora do IHP

No segundo dia estão previstas palestras de Gestão da Cultura enquanto política pública onde será abordada a geração de renda pela cultura e conhecimento popular através das leis de incentivo, com as seguintes participações:

1º - Conselho Estadual de Cultura - Dr. Aníbal Macedo -  Livro e literatura e importância  da fonte de pesquisa/Sindicato dos Artistas
2º - Observatório da Diversidade Cultural, IHGMG/IHP e mesa OAB/MG - Dr. José de Oliveira Júnior - Gestão pública de cultura, projetos e realizações nas leis de incentivo.
3º - Sindicato dos Artistas - Magdalena Rodrigues - Cultura, tradição e políticas públicas
4º - Apresentação do Livro Gigante da História de Pitangui - A história contada brincando e aprendendo - Sula Kyriaco Mavrudis 
5º - Pitangui contada para crianças e adolescentes. Maria José dos Santos e Judith Viegas

No terceiro dia o encerramento contará com a participação da Turma Pitangui com Arte promovendo flashmobs nas praças das Rosas, Antônio Fiúza (Batucada da Escola de Samba do bairro São Francisco no Coreto dos Nunes), Governador Benedito Valadares (Praça do Jardim), bairros Chapadão e São Francisco.

Está, pois, aberta à tricentenária população pitanguiense a história, o patrimônio judiciário e a participação na cultura popular.

Vandeir Santos





Decreto 6449 de 30 de dezembro de 1876

Na postagem de hoje apresentamos o decreto 6449 de 30 de dezembro de 1876, expedido pela então "Princeza Imperal Regente", Isabel, que na época assumiu, pela segunda vez, o papel de regente do Brasil durante uma longa viagem de seu Pai, Dom Pedro II, aos Estados Unidos.

DECRETO Nº 6.449, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1876

Autoriza a Companhia - The Pitangui Gold Mining - a funccionar no Imperio.
A Princeza Imperial Regente, em Nome do Imperador, Attendendo ao que requereu a Companhia -The Pitangui Gold Mining - devidamente representada, e de conformidade com o parecer da Secção dos Negocios do Imperio do Conselho de Estado, exarado em Consulta de 20 de Novembro proximo passado, Hei por bem Autorizal-a a funccionar no Imperio, mediante as clausulas que com este baixam assignadas por Thomaz José Coelho de Almeida, do Conselho de Sua Magestade o Imperador, Ministro e Secretario de Estado dos Negocios da Agricultura, Commercio e Obras Publicas, que assim o tenha entendido e faça executar.
Palacio do Rio de Janeiro em trinta de Dezembro de mil oitocentos setenta e seis, quinquagesimo quinto da Independencia e do Imperio.
PRINCEZA IMPERIAL REGENTE.
Thomaz José Coelho de Almeida.
Clausulas a que se refere o Decreto nº 6449 desta data
I
    A Directoria da Companhia terá um representante na Provincia de Minas Geraes e em todas as Provincias onde funccionar, com plenos poderes para decidir da todas as contestações que se suscitarem, quér com o Governo, quér com os particulares.
II
    Todas as transacções e operações que a Companhia effectuar no Imperio serão reguladas pela legislação do Brazil e julgadas pelos seus Tribunaes, sem que em tempo algum possa a mesma Companhia reclamar qualquer excepção fundada em seus estatutos.
    Palacio do Rio de Janeiro em 30 de Dezembro de 1876, 
Thomaz Jose Coelho de Almeida.


Indexação - Empresa estrangeira - Autorização - Empresa de Mineração - Ouro - Funcionamento - Império - Representante - Província - Minas Gerais.


O texto está de acordo com o que está publicado na Coleção de Leis do Império do Brasil - 1876, página 1380 Vol.2 pt. II (Publicação Original).

Fonte: www2.camara.leg.br
www.glorias.com.br

quinta-feira, 5 de março de 2015

1º Trilhão Minas Racing



Neste sábado dia 7 de março acontece o 1º Trilhão Minas Racing, evento sob a coordenação do amigo Serginho Baton, que será realizado para comemorar o aniversário de sua loja Minas Racing Preparações (especializada em manutenção e preparação de motos em geral). Então aos que curtem esportes radicais, enduros e trilhas fica o convite para participarem. Sábado 7/3/15 com saída às 10 horas da porta da loja (atrás do bar da Hélida, perto do viaduto do Chapadão). 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Pensando o Turismo nos 300 Anos de Pitangui


A atividade turística é um grande conjunto de serviços e de ações que envolvem o planejamento e a organização das viagens, abrangendo os meios de transporte, as opções de alimentação, de hospedagem e as diversas formas de lazer, colocadas à disposição do visitante.
Na busca por entretenimento e ou aquisição de conhecimentos, o turista realiza compras, interage com a população, tornando-se um consumidor dos serviços e da cultura local, contribuindo positivamente com a economia do núcleo receptor. Portanto, o desenvolvimento de infraestruturas, de meios de planejamento e prestação de serviço, deve se aprimorar constantemente para acompanhar a evolução deste mercado.
Antenado com este importante recorte histórico - Os 300 Anos de Pitangui - e engajado nas causas culturais da cidade, o Blog Daqui de Pitangui apresenta abaixo o escopo de um projeto cultural e turístico de integração regional Pitangui – Pompéu. A proposta a ser desenvolvida em médio prazo, visa valorizar e divulgar o potencial histórico da região constituindo um micro circuito turístico.
Entendemos que esta proposta inicial está em conformidade com os trabalhos das Comissões dos 300 Anos, instituídas pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Pitangui, pois abrange não só o âmbito da História, mas também das Tradições, do Folclore, das Riquezas, das Comunidades Rurais, das Belas Artes, da Religiosidade e poderá ser desenvolvida juntamente com os Conselhos Municipais de Cultura, de Turismo, com o Centro Cultural Joaquina do Pompéu e outras entidades afins às duas cidades e aos 300 anos da Sétima Vila do Ouro das Minas Gerais.
 Leonardo Morato - Turismólogo.
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