Seguidores

terça-feira, 30 de junho de 2015

Solenidades do Tricentenário

 Execução do Hino Nacional em Pitangui, na voz de Sula Rachid.
Foto: Leonardo Morato.

Além de eventos e solenidades, importantes homenagens marcaram os trezentos anos de Pitangui por iniciativas da sociedade e nas três esferas do poder. Houve também exposições, feiras, a divulgação do tricentenário em algumas redes de TV de nosso estado, nossa região e internacionalmente no Programa Manhattan Connection conduzido pelo "pitanguiense" Lucas Mendes, - por iniciativa do amigo Vandeir Santos .

Homenageados na Sessão Solene da Câmara Municipal.
 Foto: Leonardo Morato.

No âmbito municipal a Sessão Solene da Câmara foi realizada no 9 de junho, onde personalidades foram destacadas por sua atuação na cidade, entre eles o parceiro Prof. Licínio Filho (fundador deste Blog), que, pelo seu trabalho na educação ajudou a aprovar vários pitanguienses nos vestibulares das melhores universidades do país.

 Lícinio recebendo a Cidadania Honorária do Vereador "Denguinho". 
Foto: Vandeir Santos.

Na Assembleia Legislativa de Minas, por iniciativa do Dep. Estadual Inácio Franco, Pitangui foi lembrada em uma sessão especial no dia 12 de junho, contando com a participação de autoridades, cidadãos e artistas pitanguienses. No evento destacou-se a importância e a referência histórica de Pitangui para a ocupação e desenvolvimento do Centro Oeste Mineiro, nos séculos XVIII e XIX.

Composição da mesa na ALMG.
Foto: Assessoria do Dep. Inácio Franco.

Dênio e Samuel Caldas executando músicas sobre Pitangui.
 Foto: Assessoria do Dep. Inácio Franco.

Na Câmara dos Deputados em Brasília, o Dep. Federal Newton Cardoso Júnior reservou o Plenário Ulisses Guimarães para homenagear Pitangui no dia 16 de junho. Presente na solenidade, ressalto a carinhosa e honrosa recepção a nós pitanguienses naquela casa do povo, que colocou a cidade em destaque nacionalmente.

Pitanguienses na Câmara Federal.
Foto: Assessoria do Dep. Newton Jr.

 Execução do Hino Nacional.
Foto: Leonardo Morato.

Parabenizando todas as iniciativas em prol dos 300 anos de Pitangui, almejamos que estes importantes destaques ultrapassem o ano do tricentenário e que se traduzam em melhorais constantes e em prosperidade para a nossa gente, para a nossa terra. Parabéns Pitangui!

Vídeos relacionados:


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Pitangui 300 Anos

Tela/pintura de Renato Faria.

Casarões e marcos históricos da tricentenária Sétima Vila do Ouro das Gerais.

domingo, 28 de junho de 2015

O Baralho Histórico dos 300 Anos de Pitangui

Dias antes da data de comemoração dos 300 anos de Pitangui recebi um presente muito bacana através do Lucas Lobato, filho da Izabel, irmã do Juninho da lanchonete.


Trata-se de um Baralho comemorativo dos 300 anos de Pitangui, uma criação de Clélia Megale, esposa do Reinaldo. As cartas trazem fotos de pontos históricos da cidade.
Parabéns a Clélia pelo empreendedorismo,


O Baralho está a venda na Loja da Irecema, na Avenida Gustavo Capanema.
Eis um presente bacana para marcar os 300 anos de nossa cidade.




sábado, 27 de junho de 2015

Palestra sobre os 300 anos na UFMG

   Na tarde da quinta-feira, dia 18/06, às 16:00, teve lugar na sede da OAP - Organização dos Aposentados e Pensionistas da UFMG - localizada no segundo andar da Praça de Serviços da UFMG uma palestra sobre os 300 anos de Pitangui através da abordagem do livro “O Pays do Pitangui” pelo seu autor Raimundo da Silva Rabello. Já o promotor cultural e presidente eleito do Instituto Histórico de Pitangui, José Raimundo Machado, discorreu sobre a vida das matriarcas Joaquina do Pompéu e Maria Tangará.

Raimundo Rabello e José Raimundo Machado - Foto: Vandeir Santos

José Raimundo Machado - Foto: Vandeir Santos

Raimundo Rabello - Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos


  O evento contou com a presença de pitanguienses, de membros da OAP, SAP e do IHP que deixaram o espaço pequeno para a apresentação dos palestrantes. Após o evento ocorreu uma sessão de autógrafos e um coquetel.

Vandeir Santos


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Terra de Minas sobre os 300 anos de Pitangui

A Rede Globo Minas exibiu no sábado, dia 06/06, o programa Terra de Minas abordando os 300 anos de Pitangui.  A produção ficou por conta da repórter Aline Fonseca, a qual abordou muito bem os diversos aspectos históricos, culturais e culinários de Pitangui.

Segue abaixo os links para visualização do programa, disponibilizados pela repórter.




Vandeir Santos


quinta-feira, 25 de junho de 2015

O nascer dos 300 anos

   O dia 9 de junho amanheceu muito frio e antes mesmo que o sol nascesse e amenizasse o clima quase glacial eu e o fotógrafo pitanguiense Nicodemos Rosa já estávamos no alto da Cruz do Monte com as máquinas prontas para registrar o momento em que o astro-rei iluminasse o tricentenário da Sétima Vila.
   Ao nascer para as terras pitanguienses o sol não ilumina a cidade de imediato, apenas após atingir determinada altura é que seus raios vencem a barreira da serra da Cruz do Monte e atingem a área urbana, primeiramente o Chapadão e posteriormente a área central.
  Para ver este espetáculo da natureza foi necessário que subíssemos a serra e nos posicionássemos na parte de trás da elevação e logo após o surgimento de um lindo barrado vermelho os primeiros raios saudaram a Velha Serrana. E foi com os corações cheios de esperanças de que aqueles raios iluminassem um futuro melhor para a história de Pitangui é que nos despedimos da serra da Cruz do Monte.

A natureza prepara o espetáculo - Foto: Nicodemos Rosa

O nascer do "sol dos 300" por Nicodemos Rosa

Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos

O amanhecer da aniversariante - Foto: Vandeir Santos

Vandeir Santos


quarta-feira, 24 de junho de 2015

A Virada dos 300 anos de Pitangui

A bela capela.

Nos 300 anos vários festejos, cerimônias e comemorações oficiais e espontâneas compuseram esta importante data.  Um clima de amizade deu o tom da festa e esteve presente nos (re) encontros entre os visitantes, os pitanguienses daqui e os conterrâneos residentes em várias partes do mundo.


Música na Praça.

Numa pausa ao cotidiano, um clima diferente pairava sobre a cidade e enquanto celebrava-se os trezentos anos, construía-se mais uma página da nossa história.

Bom gosto, na festa do povo.

A noite da virada (8 / 9 de junho) foi a festa do povo, da mistura saudável. A praça, o largo e os arredores da Igreja de São Francisco de Assis estavam lotados e as pessoas sentiam-se literalmente em casa. Foi uma noite muito agradável dessas que não acontecem todo dia. Foi bom ver os artistas da terra, poetas, músicos e bandas tendo espaço e a sua importância reconhecida em nosso cenário cultural. 

Rachid's.

Os Nunes Xavier.

Parabenizamos aos organizadores e à Prefeitura Municipal pela realização desta festa na rua, que agradou na forma (proporcionando um clima intimista e democrático) e no conteúdo (já que boa parte das atrações musicais contemplou as nossas raízes).

Os Caldas.

A cultura é abrangente, diversa, singular e plural e será muito bom ver com mais frequência festas como esta, com as coisas da gente! O nosso diferencial é este! Ao final do evento, a noite não acabou, ainda teve a Serenata dos 300 anos, como aquelas de antigamente, que podem e devem ser repetidas nos dias de hoje. 

Ouvidos atentos para a boa música.

Vozes e violões na madrugada.
Fotos: Léo Morato.


Confira abaixo dois vídeos mostrando algumas atividades captadas naquela noite especial e na madrugada do dia 9 de junho de 2015. Parabéns Pitangui!





terça-feira, 23 de junho de 2015

Certidão de residência de Padre Belchior em Pitangui

Na postagens de hoje apresentamos dois documentos históricos que comprovam a permanência de Padre Belchior Pinheiro de Oliveira em Pitangui entre os anos de 1816 e 1821. Clique sobre as imagens para ampliá-las.

O primeiro documento é uma certidão de residência do vigário Belchior Pinheiro de Oliveira na vila de Pitangui, entre julho e setembro de 1816, passada pelo capelão Francisco de Assis Ferreira.


O segundo documento também é uma certidão de comprovação que o vigário Belchior Pinheiro de Oliveira cumpriu residência na freguesia de Pitangui nos meses de julho, agosto e setembro de 1821, assinada pelo coadjuntor Antônio Estevão da Silva.



FONTE:
Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Especial 300 anos - TV Integração

  Como parte das comemorações dos 300 anos de Pitangui a TV Integração de Divinópolis fez um documentário especial sobre o tricentenário que foi exibido de 08 a 12 de junho no MGTV 1ª Edição.
  A responsabilidade pela elaboração deste documentário, assim como o Terra de Minas, ficou por conta da repórter Aline Fonseca que soube muito bem captar o espírito pitanguiense nesta data tão especial. 
 Abaixo os links das cinco etapas do documentário disponibilizados pela repórter. É uma oportunidade para que os pitanguienses que estão fora da cidade, e que não tiveram como assistir o programa, possam conferir a homenagem.




Vandeir Santos

sábado, 20 de junho de 2015

A maltratada história pitanguiense

   Nestes 300 anos muito se falou na rica história de Pitangui, de suas revoltas, de seus filhos ilustres e também muita incoerência foi dita em virtude do desconhecimento e do pouco valor que se dá a sua história. O mais grave, na minha opinião, foi uma repórter da Globo Minas narrando a abertura do programa Terra de Minas falando que a elevação à Vila se deu no ano de 1975! Errou a data em 260 anos! Se fosse a história de Ouro Preto será que teria errado? Acredito que não, mas ela se referia a uma cidade perdida no centro-oeste mineiro, longe do elitizado circuito turístico da Estrada Real, cuja importância de seu passado revoltoso nunca foi devidamente reconhecida. Não é a primeira vez que a Globo Minas prejudica Pitangui, no especial sobre os 300 anos do ciclo do ouro exibido na RMBH não citou Pitangui em nenhum momento, nem mesmo quando se referiu as revoltas do período. Mas não vamos resumir as nossas críticas a emissora, afinal a parte que coube a sua afiliada, TV Integração, foi muito bem feita.

   Vamos enumerar aqui alguns erros “nativos”, oriundos de quem teria a obrigação de saber a história de suas próprias raízes:

    1º - Padre Belchior nunca foi pitanguiense, era diamantinense de nascimento.
   2º - A igreja de São Francisco não existia em 1850, sua construção se iniciou em data posterior e só foi concluída em 1873.
   3º - A revolta da cachaça não foi em 1712, foi no segundo semestre de 1719 quando João Lobo de Macedo resolve tributar o produto para a construção da casa de câmara e cadeia, casa do governador e a igreja.
    4º - De acordo com carta enviada ao rei, o motim de 1720 teve lugar a duas léguas da vila o que coincide com as lavras de propriedade dos amotinados, inclusive Domingos do Prado. Outro fator que corrobora esta afirmação é a geografia do lugar que favorece a defesa da posição. Alexandre Afonso não era amotinado, tendo registrado suas lavras por volta de 1750, portanto não houve batalha "em terras de Alexandre Afonso", trata-se de uma agripada.
   5º - Pitangui na língua tupi significa rio das crianças, não pode ser rio vermelho porquê quando se trata de dois substantivos o I (ou Y) vai para o fim da palavra e a grafia de vermelho mudaria para piranga. Pinta-aqui não vou nem discutir.
   6º - É Velho DA Taipa, pois é o velho da casa de taipa. Ainda com relação a casa que teria sido do bandeirante, a casa dita como sendo a primeira de Pitangui, deve ser encarada como referência histórica, é óbvio que aquela casa não é a primeira. Nem a capela da Penha é original, foi destruída e reconstruída mais atrás e mais no centro da praça.
   7º - Não é possível afirmar com certeza qual foi a primeira expedição que chegou a Pitangui e muito menos qual o foi o ano exato. Não existe fonte documental confiável a respeito.

    A própria prefeitura de Pitangui escorregou quando teve a feliz ideia de colocar placas convidativas ao longo da BR 352 a partir da subida do Alexandre Afonso. Mesmo não sendo ela quem confeccionou as placas, certamente orientou, e mal, quem fez o serviço, afinal o chafariz não existia em 1715 e nem a São Francisco existia em 1850. Felizmente uma alma bondosa corrigiu a placa do chafariz, trocando o 1715 pelo correto 1835 que consta no monumento. O que um turista pensaria ao chegar no chafariz e se deparar com outra data? Que a própria cidade não conhece a sua história?

Foto: Vandeir Santos

Foto: Vandeir Santos

Vandeir Santos


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Capela da Cruz do Monte

Foto: Licínio Filho

Segundo Monsenhor Vicente Soares (1972, p. 144), "mais ou menos no ano de 1880, no Governo Paroquial do Pe. Vicente Ferreira Guimarães, foi edificada no alto da serra, que domina a cidade, a tradicional capelinha da Cruz do Monte [...]."


Referência bibliográfica:

SOARES, Monsenhor. A História de Pitangui.Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1972.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

VIII Mountain Bike de Pitangui

No dia sete de junho foi realizado o VIII Montain Bike de Pitangui, que reuniu competidores de várias cidades do centro-oeste mineiro, como Arcos, Bom despacho, Carmo do Cajuru, Divinópolis, Igaratinga, Iguatama, Itaúna, Lagoa da Prata,Nova Serrana, Pará de Ninas, Onça de Pitangui, Pompéu e São Gonçalo do Pará.

Foto: Vandeir Santos
 Também estiveram presentes atletas de cidades de outras regiões do estado, como Belo Horizonte, Betim, Contagem, Curvelo, Esmeraldas, Ibirité, Itabirito,  Montes Claros
Foto: Vandeir Santos

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Um grande encontro nos 300 anos

Foto: Vandeir Santos.
 
Os 300 foram muitos, com solenidades, comemorações e festejos diversos. Neste contexto, uma demonstração de amizade, organização e amor à terrinha foi o encontro dos pitanguienses que residem em Pitangui e fora da cidade, principalmente em Belo Horizonte.
 
 
 Foto: Vandeir Santos.

O encontro foi idealizado pelo Juarez Machado, Marcondes Filho (Marcondinho) Gilberto Becô, Evandro Barcelos e muitos outros notáveis conterrâneos que se comunicam diariamente no grupo do Waths App (onde a conversa vai de pinico à bomba atômica). Mensalmente a turma se encontra em BH para colocar as prosas em dia e estreitar os laços, ao som da boa música do Zezinho Rachid.
 

 Foto: Vandeir Santos.

Em Pitangui a trupe se reuniu no dia 6 de junho para comemorar os 300 anos e a programação foi composta por um clássico do futebol de salão (na quadra do Tinca) que contou com os craques veteranos que fizeram sucesso nos gramados defendendo as cores do CAP e do PEC.
 
Foto: Vandeir Santos.
 
Após a "pelada" a turma se reuniu no espaço alí perto da Mina da Lavagem,  por volta do meio dia  e  servidos de comes e bebes de primeira, a alegria do reencontro deu o tom da festa que foi noite a dentro.



Foto: Léo Morato.
 

Tivemos o prazer de presenciar o evento, como membros do grupo e de registrar as imagens que compartilhamos nesta postagem. Aguardando as próximas comemorações, registramos os parabéns aos organizadores deste belo encontro. Parabéns Pitangui Tricentenária!

Foto: Léo Morato.

terça-feira, 16 de junho de 2015

O IHGMG nos 300 anos de Pitangui

   O Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é uma entidade cultural civil de natureza privada, sem fins lucrativos, fundada em 15 de agosto de 1907 pelo então presidente do Estado, Dr. João Pinheiro da Silva que tem a responsabilidade de cuidar dos registros dos fatos históricos e dos documentos relativos aos aspectos geográficos do estado.
Membros da Comissão de História do Tricentenário e do IHGMG em Conceição do Pará
Foto: Vandeir Santos

    Uma comissão de sócios do IHGMG esteve presente em Pitangui nos dias 08 e 09 de junho para participar dos eventos comemorativos dos 300 anos da cidade. O primeiro compromisso se deu na vizinha Conceição do Pará onde foram recepcionados pelo empresário e sócio correspondente José Raimundo Machado para um almoço e posterior visita à biblioteca pública.
    Às 18:30 deu-se o início do seminário “Pitangui 300 anos: Uma história de Fé, Liberdade, Cultura e Poder” no Espaço Cultural CDL, promovido pelo IHGMG, Instituto Histórico de Pitangui e pela Comissão do Tricentenário. Foram proferidas as seguintes conferências:
  1ª - “Nossa Senhora do Pilar, um amoroso culto espanhol, há 312 anos, em terras pitanguienses”, pela Professora Regina Almeida.
  2ª - “O sentimento de liberdade nos primórdios da Vila de Pitangui” pela Professora Adelan Brandão.
   3ª - “A Pitangui setecentista como disseminadora da civilização e da cultura no Oeste de Minas” pelo Professor Raimundo da Silva Rabello.
  4ª - “A Independência do Brasil, Dona Joaquina do pompéu e Pitangui”, Pelo Dr. Dr. Deusdedit Pinto Ribeiro de Campos.

   O evento foi precedido por um farto café onde foram servidas quitandas típicas da região ao som da Lyra Vicentina Aterradense da cidade de Luz. No final os oradores foram presenteados com uma cesta contendo itens da culinária, do artesanato e da literatura pitanguiense.


Lyra Vicentina Aterradense da cidade de Luz com participação do membro da Comissão 
de História do Tricentenário e do IHP Iácones Batista Vargas - Foto Vandeir Santos

Mesa com os com representantes do IHGMG e do IHP
Foto: Vandeir Santos

Palestrante Professora Adelan Brandão do IHP
Foto: Vandeir Santos

   Na manhã do dia 09, às 07:00 na igreja matriz, os membros do IHGMG participaram de uma missa em Ação de Graças pelos 300 anos de Pitangui e às 11:00 o Dr. Jorge Lasmar, Presidente Emérito do Instituto, proferiu a conferência “O Padre Belchior”. Posteriormente o grupo participou de uma homenagem no túmulo do Padre Belchior nas escadarias em frente a igreja.


Dr. Jorge Lasmar abordando a vida do Padre Belchior
Foto: Vandeir Santos

Homenagem no túmulo do Padre Belchior
Foto: Vandeir Santos

   O fechamento da participação dos membros do Instituto ocorreu na fazenda da Ponte Alta onde o empresário Roberto Lobato ofereceu um farto almoço tipicamente mineiro.


Membros do IHGMG sendo recepcionados por Roberto Lobato na fazenda Ponte Alta
Foto: Iácones Batista Vargas

Vandeir Santos