Seguidores

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O Deputado Federal Newton Júnior não nos ajudou no carnaval de 2015

Durante o levantamento de patrocínios para a Lavagem do Bandeirante 2015 fui atrás do Deputado Federal Newton Cardoso Júnior para que ele nos ajudasse na compra das latas de espuma já que a crise hídrica inviabilizava o uso do caminhão pipa. Em conversa com o assessor Altamir Ferreira ficou acertado que a contribuição seria de R$400,00.

Mediante a promessa comprei na loja 1001 Festas 119 latas de espuma no valor total de 355,81 e mandei confeccionar em uma loja do Mercado Novo os adesivos com o nome do deputado para colagem nas respectivas latas. As camisas também saíram com o nome do Newton Júnior. O deputado compareceu ao evento e na oportunidade reforçou que o repasse só poderia ser viabilizado mediante o fornecimento de uma nota fiscal de publicidade. Dessa forma solicitei ao jornal O Independente que emitisse uma nota e que publicasse a ajuda do deputado no evento. Assim foi feito. Entreguei a nota fiscal e o exemplar do jornal no comitê do deputado em Contagem e no decorrer do ano cobrei por diversas vezes bem como compareci pessoalmente ao comitê sem sucesso algum. Já no segundo semestre me foi solicitado o meu nome, CPF e número da minha conta para que o depósito fosse efetivado. Passado algum tempo e constatando que nenhum dinheiro caiu em minha conta enviei um e-mail dia 18/07/15 para o Sr. Altamir do qual não obtive retorno.

No dia 25 de janeiro desse ano enviei uma mensagem no whatsapp  do Newton Júnior explicando a situação, posteriormente recebi uma ligação do Sr. Altamir informando que o Newton gostaria de ajudar no evento desse ano, então informei a ele que poderia começar me pagando os R$400,00 do ano passado que eu ainda não recebi. O assessor ficou de verificar o que poderia ter ocorrido e não me retornou novamente.

A Lavagem do Bandeirante não tem o objetivo de lucro, nós não ganhamos nada com o evento, se computarmos os nossos deslocamentos (Somente o Licínio mora em Pitangui) o evento nos dá prejuízo e esses R$400,00 saíram do meu bolso, mesmo eu me encontrando em uma situação financeira bem crítica. Para não me estressar com a situação já dei o dinheiro como perdido e infelizmente, mesmo não podendo, morri nesse prejuízo.

Vandeir Santos




Crônicas do Embaixador

A Venda do Tisnado. Foto: autor desconhecido.
 
É bom ouvir os causos da Venda do Tisnado e rever as raras fotos daquele estabelecimento comercial de Pitangui, que tinha características peculiares. Mas ouvir os detalhes da lida no armazém, fica melhor ainda quando narrado por quem vivenciou aquele cotidiano de Pitangui de outros tempos.

 
Tisnado e Dodô
 
Por Paulo Miranda.
 
Tisnado e Dodô podiam bem compor uma dupla de atacantes de time de várzea, ou uma de sertanejos, reminiscente dos tempos de Perácio e Patesko, ou de Jararaca e Ratinho. Mas, na Velha Serrana ancestral, preferiram investir no comércio, e dele sempre foi que viveram.
 
Negócio modesto, uma vendarmazém de utilidades domésticas e, invariavelmente, uma carga de rapadura sobre o balcão. A localização, numa esquina que confrontava a rua São José com a rua do Olaria, não chegava a ser central, mas satisfazia. Era passagem de muita gente pros afazeres da cidade, que iam das obrigações religiosas na matriz, abastecimento, atos públicos, ao entretenimento, tudo pro povo chamariz.
 

Tisnado atendendo a um cliente. Foto: autor desconhecido.
 
O que chamava mais a atenção do freguês habitual, ou do passante eventual é que ambos os irmãos passavam a maior parte do tempo sentados à porta de seu estabelecimento, do lado de fora. É que o
espaço interno, bastante exíguo em função do amontoado de mercadorias por toda parte, no teto inclusive, tornara-se mais opressivo do que convidativo.
 
O forte, antes do aparecimento do plástico, eram as quinquilharias de latão, ferro ou alumínio, que se misturavam às vassouras, enxadas, foices, regadores, cordoalha, e Deus me valha, a memória até falha. Comprar um bem em meio àquele labirinto, era um teste de sorte do encontro, ou da disposição dos vendeiros de mais procurar. Não raro, admitiam ter o produto mas pediam algum prazo para o localizar. Amanhã, era a expressão mais salutar a se encontrar.
 
Cliente procurando a mercadoria. Foto: William Santiago.
 

As rapaduras do balcão não pareciam coadunar com o propósito mais utilitário do espaço. Por essa razão talvez, após anos seguidos de exposição, viviam coladas uma na outra e formavam um bloco de respeitável solidez. Formão e martelo precisam ser acionados para as desgarrar. E nem formigas pareciam para eles ligar. Abrir ou fechar aquelas portas de madeira antiga, não pintada, era
também exercício de força e de imaginação, nada impedia que se engastaiassem com alguma pilha de bens que se aluísse por algum esbarrão, ou espontaneamente.
 
A vida familiar dos irmãos era um outro mistério, dada a sua reserva de tocar ou obrar em assuntos pessoais. Deixa pra amanhã, rapaz.
 
Tisnado. Foto: autor desconhecido.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

A arte para o bem da arte!

 Do Latin: A arte para o bem da arte. Foto: Léo Morato
(Imagem esculpida no interior de uma igreja em Óbidos - Portugal)


Neste trabalho de garimpo que está sendo realizado para relembrar os feitos do Pitaculta – Movimento Pitanguiense de Ação Cultural, iniciado no final do ano de 1985, o material encontrado nos traz a oportunidade de fazer reflexões. Nos anúncios publicados no jornal Correio de Pitanguy no início do ano de 1987, o Pitaculta indagou sobre quais as opções culturais de Pitangui à época, ao mesmo tempo em que faz um chamado para um novo “fazer cultural”!

Jornal Correio de Pitanguy. 31/1/1987.

Depois de três décadas, trazendo para os dias atuais, essa também é a proposta do Daqui de Pitangui (desde a sua criação em 2009), pensar a cultura, promover a reflexão e a ação. Reconhecemos que, por iniciativas diversas, houve significativos avanços no trato cultural em Pitangui, muito em função dos 300 anos, mas pouco perto do que a cidade merece e pode oferecer. 


Jornal Correio de Pitanguy. 15/2/1987.

Diante destas questões, em que precisamos evoluir? Os incentivos culturais estão a contento? Os espaços para o “fazer cultural” (teatro, dança, música, literatura/poesia, pintura, artes visuais, manifestações folclóricas, etc. e etc.) são suficientes? O que estamos produzindo culturalmente está alinhado com as tradições (e vocações) da nossa cidade? Esta produção está sendo usado para subsidiar o turismo? A cultura é dinâmica deve estar em constante construção, se reinventando, projetando o futuro, mas sem perder de vista as raízes vistas pelo retrovisor da nossa história.


Leonardo Morato.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Mais uma do Juá

Pitangui de outrora (imagem envelhecida).
Foto: Léo Morato.

Em mais um episódio daqueles que só acontece pra bundas, ops, pras bandas de cá, o nosso amigo Juá nos presenteia com mais uma pérola do cotidiano pitanguiense. O ocorrido, segundo ele, foi há algumas décadas, no tempo onde não existia e-mail, celular e muito menos o facebook e o waths app, mas a “rádio peão” já funcionava que era uma beleza.

O lado de baixo da Praça do Jardim.
Acervo: Paulo Carvalho.


Esquecendo o que esqueceu

Certa manhã, logo após ter aberto a loja de meu pai, ainda na Rua Martinho Campos, em frente ao Jardim, em Pitangui,  observei-o já a pleno vapor, atendendo uma freguesa, esposa de um fazendeiro da região. No mesmo instante, chega a mim D. Maria Augusta Baía, senhora com semblante de brava e muito sistemática, que pediu para lhe mostrar um tecido bonito com a intenção de comprar "um corte" e retribuir o presente que D. Mulata do Mandíco lhe havia dado.

Após descer quase todos os panos e a deixar indecisa sobre qual ficaria melhor na D Mulata, vi que ela também esperava meu pai acabar de atender a fazendeira, logicamente, na esperança de obter um preço melhor. Nesse intervalo,  seu estômago, que parecia não ter agradado com a comilança do dia anterior, foi manifestando certa flatulência e logo tratou de soltar quem estava preso.

Pronto,  o barulho foi tão grande quanto o carcoma exalado no momento.  Daí deu-lhe  uma pressa, disse que havia esquecido a panela no fogo e vazou fora dali, esquecendo uma sombrinha entre as peças de pano. 

Mais tarde,  lembrou-se da sombrinha e, apesar de preocupada também com o fato acontecido, criou coragem e foi busca-la. Chegando bem sem graça,  esquecendo até o corte para presentear D Mulata,  e confusa com o vexame, foi logo perguntando a meu pai:

- Ô, Pedrinho,  por acaso não esqueci um peido aqui?

Meu pai estava com a resposta na ponta da língua:

- Não, Maria Augusta,  você só esqueceu foi a catinga.

(Juarez Machado)


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Pitaculta 30 Anos!

Foto de meados da década de 1980. Arquivos do Pitaculta 86.

Tanto no meio acadêmico quanto nas artes e na vida pessoal, citar as fontes que embasam um pensamento, que comprovam uma tese, que justificam uma tendência ou que nos servem como exemplo, é fundamental. Destacamos, portanto, os 30 anos do PITACULTA - Movimento Pitanguinse de Ação Cultural, que foi criado no segundo semestre do ano de 1985 (com o retorno de William Santiago para a cidade) e teve o seu ápice em 1986 quando a produção cultural de Pitangui estava em alta. Nestes anos foram realizados eventos culturais, exposições de arte e artesanato e a publicação do livro Poecontos. Então, para relembrar os feitos deste movimento que para nós é uma grande referência, os arquivos do Pitaculta 86 serão reabertos disponibilizando imagens, textos, vídeos e áudios que serão publicados durante este ano de 2016. E para abrir os trabalhos:

 Livro Poencontos - Doação de William Santiago. Foto: Léo Morato.


Por onde anda Júlio Timote?

 Cresceu nas ruas dos bairros da Gameleira, do Alto, da Volta da Cobra e arredores, mas andava por toda a cidade, do Lavrado ao São Francisco, da Penha ao Chapadão e Olaria. Jogou muita bola de borracha e de meia na Praça São José, popularmente conhecida como Rua da Cruz, pelo cruzeiro em frente à capelinha. Foi piolho de matinê no antigo Cine Pitangui, onde também batia tapão em figurinhas e levava revistas para trocar e, depois, assistir a um dos muitos seriados da época, como Império Submarino, Homem Foguete e outros.


                          Júlio Timote, Reinaldo Pereira, Geraldinho Geratel, Dimas Freitas, Toninho Engenheiro.
                                                                                    Arquivos do Pitaculta 86.


Adolescente, começa a tocar violão e vai aprendendo com um aqui, outro ali, na pura intuição, aos poucos escolhendo seu repertório. Daí a ser um dos maiores seresteiros de Pitangui do final da década de 60 e começo da de 70 foi um pulo. Seu cartão de visitas era a impecável interpretação de "Diana", que ele mesmo acompanhava ao violão. Essa música é composição de Paul Anka, versão brasileira é de Fred Jorge e ficou célebre no Brasil na voz de Carlos Gonzaga. Aliás, a interpretação de Júlio nada fica a dever a Carlos Gonzaga, pode-se dizer que Júlio poderia ser um ótimo "cover" daquele cantor brasileiro. Em Pitangui, podia-se ouvir "Diana" pelos alto-falantes dos campos do CAP e do PEC em toda tarde de treino e pela voz de Júlio em quase toda madrugada, infalivelmente a partir de sexta à noite.

Seu constante parceiro de serenata foi o saudoso Adair, funcionário dos Correios. Júlio não se fazia de rogado para cantar em serenatas. Estava sempre disposto a cantar a pedido de amigos, para homenagear alguém ou simplesmente adoçar um namoro. Sua música preferida, depois de "Diana", era "A namorada que sonhei". Havia também em seu repertório os sucessos de Roberto e Erasmo Carlos, Wanderlei Cardoso e Agnaldo Timóteo, bem como de outros astros e estrelas da época. 
Compondo uma nova canção.  Arquivos do Pitaculta 86.

Nascido perto da casa de Reinaldo "Rohr" Pereira de Souza, sempre teve com ele algum tipo de contato, porém a aproximação musical só se deu na adolescência. Com ele, passou a tocar e, depois de certo tempo, passaram a compor juntos, incluindo a participação de William Santiago nas letras. No entanto, algumas composições ficaram: "Contas de Lágrimas" (também conhecida como "Final de Terço") e "Pegadas de Avião". Compôs também "Amor a Três", com a diplomata pitanguiense Elza  Marcelino. Tem também uma marcha militar chamada de "Alvorada Pitanguiense", que ainda não tem letra. Na certa terá outras, ainda desconhecidas, que será preciso garimpar.
Júlio deixou Pitangui, como grande parte dos jovens da época, mudando-se para Belo Horizonte, por motivo de trabalho e, no momento, estamos sem notícias dele, o que seria ótimo conseguir. Uma gravação doméstica de sua interpretação de "Diana" em um serenata, foi-nos cedida pelos arquivos do Pitaculta 86, como parte da comemoração dos 30 anos do movimento e está sendo preparada para publicação em breve. 

Fonte: Pitaculta 86.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Pitangui em preto & branco (2)

 Pitangui histórica. Fotos: Léo Morato.


O novo e o velho na mesma paisagem urbana. Arquitetura que agrada o olhar pela diversidade.




Fotos: Léo Morato.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Alegria, irreverência e diversidade no Carnaval 2016

Lavagem 2016. Foto: Léo Morato.

Desde os preparativos, há dois meses, até o último dia 7 de fevereiro – domingo de carnaval – a nossa alegria aumentava na mesma proporção em que a página do evento ganhava visualizações e a praça da penha enchia de gente. Com a presença de foliões assíduos, com o apoio dos patrocinadores e de quem acredita e entende a nossa proposta, a Lavagem do bandeirante vem firmando tradição em Pitangui.
  
                                                       Lavagem 2016. Foto: Cláudio Faria.

Este ano o carnaval da 7ª Vila do Ouro das Gerais, contou com a 7ª edição do evento cujo objetivo é celebrar as origens históricas do município, promovendo a interação entre pessoas e a prática da cultura popular na rua, de forma descontraída.  



Lavagem 2016. Foto: Cláudio Faria.

A partir das três horas da tarde no domingo de carnaval, famílias e gente de todas as idades iam tomando conta da Praça dos Bandeirantes. Sob marchinhas no som mecânico, com muita irreverência, fantasias improvisadas, confetes e serpentinas, o clima de amizade e paz era predominante.
Lavagem 2016. Foto: Dênio Caldas.

Lavagem 2016. Foto: Dênio Caldas.

O ponto alto do evento foi a Lavagem da Estátua do Bandeirante Paulista, - símbolo dos colonizadores que, por volta de 1709 descobriram e fundaram o arraial do Pitanguy -, ao som da Lira Musical Viriato Bahia que este ano deu um show na execução com um repertório carnavalesco de primeira.

Lavagem 2016. Foto: Cláudio Faria.

E a folia se estendeu pela tarde, quando lá pelas 18h30min antes do encerramento da festa convidamos aos presentes para prestigiar o carnaval na praça Plínio Malachias, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura, dando sequencia à diversão.

                                              Carnaval no centro. Foto: Antônio Lemos/Sec. Cultura.

No dia seguinte, os organizadores da Lavagem, realizaram a pintura da estátua do Bandeirante (desgastada pela ação do tempo), mantendo as características originais e preservando o patrimônio.


                                                            Lavagem 2016. Foto: Léo Morato.

Lavagem 2016. Foto: Léo Morato.

Blog Daqui de Pitangui.

O carnaval de Pitangui em 2016 foi marcado pela alegria, pela irreverência e pela diversidade: com a Lavagem do Bandeirante em sua sétima edição; com a iniciativa acertada da Prefeitura em promover um carnaval cultural popular no centro da cidade; e com a promoção do Pitangui Folia, trazendo artistas de renome nacional para um público específico no parque de Exposições. Entendemos que quanto mais opções melhor para a cidade. 

Parque de Exposições  - Pitangui Folia/Divulgação.


Para o próximo ano, fica aqui a sugestão para que se forme uma comissão para planejar o carnaval de Pitangui, com a presença de todos os seguimentos envolvidos, estimulando a criação de blocos para que as atrações, os dias e horários se complementem.  Os foliões, o comércio e a cultura popular agradecem!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A VII Lavagem do Bandeirante dá visibilidade ao carnaval de rua em Pitangui.

No domingo passado, 7 de fevereiro, a equipe do blog "Daqui de Pitanguy" promoveu a "VII Lavagem do Bandeirante", evento que se tornou tradicional, ao resgatar o carnaval de rua na cidade. O evento cultural-carnavalesco, que ocorre há sete anos, atrai um número cada vez maior de foliões de diferentes faixas etárias, o que permite o encontro das famílias na Praça dos Bandeirantes, no bairro da Penha. Agradecemos a todos que compareceram ao evento, o ano que vem estaremos juntos novamente para a folia carnavalesca. 

Também queremos agradecer aos nossos patrocinadores: 


SICOOBCREDPIT,
 CENTRO EDUCACIONAL PROFESSOR FRANCISCO SALDANHA;
LOJA DA MAGÁ;
CHUPETA DESPACHANTE;
CHUPETA VEÍCULOS;
CACHAÇA SOUZA PAIOL;
BANDA PALETÓ DE VELUDO;
CLÍNICA VIDA E SAÚDE;
FABIANO IMÓVEIS;
LOKAMINAS;
TAURUS FRUTAS & LEGUMES;
JARME PÁDUA, ODONTÓLOGO;
HELENO SEVERINO;
DXD MARKETING & PUBLICIDADE;
BAR DO VERINHO;
BAR TÔ NO TRAMPO;
QUATRI COMUNICAÇÃO E SINALIZAÇÃO;
LOJA MAÇÔNICA VIGILANTES DO SANTUÁRIO
VEREADOR DENGUINHO;
VEREADOR ZÉ DO GUEZINHO;
VEREADOR CÉLIO LEITEIRO;
DEPUTADO ESTADUAL FABIANO TOLENTINO;
RÁDIO ATIVA FM;
PREFEITURA MUNICIPAL DE PITANGUI.

AGRADECIMENTO À
COMUNIDADE DA PENHA.

Assista baixo, cobertura da TV Integração, da VII Lavagem do Bandeirante:



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Domingo tem Lavagem do Bandeirante



Uma festa na rua que acontece desde 2010, para brincar o carnaval e relembrar as origens históricas de Pitangui, ao som das tradicionais marchinhas! Assim é a lavagem do Bandeirante: para todas as idades, crenças, cores e bolsos. Improvise a sua fantasia, junte os amigos, a família, o izoporzinho e caia nesta folia!!! É neste domingo dia 7 de fevereiro, lá no bairro da Penha, a partir das 4 horas da tarde.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Carnaval Pitangui Folia 2016


O carnaval em Pitangui promete muita animação. Além das atrações do Pitangui Folia 2016 teremos folia na rua como a Lavagem do Bandeirante. Acesse em nosso menu os links da rede hoteleira da cidade e venha se divertir com a gente.





segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pitangui fica aonde?

BR 040 próximo ao acesso para Pompéu.

Para um bom funcionamento de um sistema de trânsito a sinalização por meio de placas e outros indicativos visuais são fundamentais.  Assim também acontece no turismo, pois quando o viajante desloca-se de seu entorno habitual para percorrer novos trajetos, conhecendo novos lugares durante a realização de uma viagem as placas são imprescindíveis, principalmente para aqueles que transitam de carro por percursos de média ou longa extensão, mesmo utilizando GPS e outros aplicativos.

 Sinalização indicativa na BR 040.
De acordo com uma análise que publicamos recentemente, o turismo em Pitangui apresenta características peculiares e vem se desenvolvendo principalmente nos quesitos hospedagem, opções de alimentação e recuperação dos atrativos. Por outro lado precisamos aprimorar os serviços de informação, disponibilidade dos atrativos para visitação (museus abertos, por exemplo) e sinalização turística.
Indicação sobre Informações turísticas em Paracatu-MG.

Como relação à sinalização turística podemos definir que: “É a comunicação efetuada por meio de um conjunto de placas de sinalização implantadas sucessivamente ao longo de um trajeto estabelecido, com mensagens escritas ordenadas, pictogramas e setas direcionais. Esse conjunto é utilizado para informar os usuários sobre a existência de atrativos turísticos e de outros referenciais, sobre os melhores percursos de acesso e, ao longo destes, a distância a ser percorrida para se chegar ao local pretendido” (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2001).

Sinalização para os 300 anos de Pitangui (via Brumado).
 Foto: Vandeir Santos.
Dentre as ações da Municipalidade para os 300 anos de Pitangui há de se destacar a colocação de algumas placas próximas à entrada da cidade (saída para Brumado) abordando sobre alguns de nossos importantes atrativos turísticos.
BR 352 - Trecho Martinho Campos / Pitangui.
Mas para quem vem do outro lado (Martinho Campos) faltam placas de sinalização na BR 040 (Rio/Brasília) na entrada da MG 420 que dá acesso à Pompéu – que, diga-se de passagem, trabalha muito bem a divulgação do seu Carnaval fora das divisas do município, assim como Abaeté.
Entrada de Pitangui, via M. Campos.
Ressalte-se que Pitangui fica distante das principais rodovias federais que passam pelo Centro Oeste mineiro (BR 040 e BR 262), justificando a necessidade de uma ampla sinalização de acesso, compondo um plano de ação ordenado e sequenciado de placas (dentro de um sistema de sinalização e informações turísticas), possibilitando que o turista se auto conduza (fora e dentro da cidade) até os atrativos. Estas considerações aqui apresentadas visam embasar ações para que Pitangui se consolide turisticamente, o que poderá trazer mais benefícios econômicos, sociais e culturais para a cidade.

Entrada de Pitangui BR 352 - via Brumado.
Afinal, vários acontecimentos importantes se sucederam nos anos seguintes à elevação do arraial à Vila de Pitangui em 1715, portanto nos próximos anos teremos os 300 anos dos motins e revoltas - como a da Cachaça, "gênero de primeira necessidade" -. Em 2020 teremos o tricentenário do Conflito de 1720, a maior revolta popular contra a Coroa no Brasil Colônia, um acontecimento que merece até uma minissérie de TV, nos moldes da Guerra de Canudos, A Muralha e Guerra dos Farrapos! É o nosso passado nos conduzindo para o futuro por meio da Cultura e do Turismo!

Texto e fotos:
Leonardo Morato – Turismólogo.