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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Até as Igrejas são alvos de ladrões em Pitangui


Se não bastasse residências e estabelecimentos bancários e comerciais, agora as Igrejas e Capelas de Pitangui também passaram a ser alvos de ladrões. Tivemos notícias de assalto à Igreja de Santa Luzia e, mais recente, a Capela da Penha também recebeu a "visita" dos gatunos.



Agora, a porta dos fundos da Capela da Penha tem uma grade para que aquele templo não seja mais violado, o que não está garantido, pois, na calada da madrugada os criminosos agem na cidade.


Pelo que podemos perceber, as medidas adotadas pelo atual governo federal privilegiando a política do "Estado Mínimo", com a diminuição de investimentos em educação, saúde e segurança pública devem aprofundar ainda mais este quadro de insegurança. Os cidadãos perdem direitos, são obrigados a pagar impostos e taxas cada vez mais abusivos e não há contrapartida por parte do Estado.
Como diria aquele âncora de um telejornal conhecido: É UMA VERGONHA!!!!!!


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A Vesperata de Pitangui

Vesperata no casarão. Foto: acervo da Lira Viriato Bahia.

No dia 21 de dezembro de 2016 um bonito espetáculo natalino marcou a noite em Pitangui. Em uma parceria da Lira Musical José Viriato Bahia com a Prefeitura Municipal e a Pousada Monsenhor Vicente foi realizada a 1ª Vesperata de Natal de Pitangui, nas janelas daquele imponente casarão. No vídeo abaixo você confere um pouco do que foi o evento.

   


Parabéns aos organizadores que apoiaram este fazer cultural que tem muito a ver com Pitangui. Torcemos para que o evento seja realizado em outras oportunidades, atraindo um número cada vez maior de pitanguienses e visitantes, firmando uma tradição e valorizando a cultura local - a exemplo de Diamantina, cuja Vesperata foi decretada  Patrimônio Cultural de Minas Gerais. E para a Lira Musical, um patrimônio de Pitangui, os nossos aplausos!!!

A Lira José Viriato Bahia Mascarenhas. Foto: acervo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

domingo, 25 de dezembro de 2016

A noite do Deus- Menino (Crônica de Paulo Miranda)



Eram aqueles natais doutrora, em que bençãos divinas e águas celestinas eram derramadas em proporções iguais, infundindo corações, regando quintais.


A travessa São José, nosso beco, tampouco ficava a seco: ainda de terra batida se tranformava num pântano, escorregadio, porém um bom atalho, ligando bairros mais distanciados ao mais curto caminho para centro da Velha Serrana, para onde demandava a turba, na busca do Natal mais santo, com todas as suas liturgias e ave-marias e até certas ingresias.

E muitas delas havia: do fascínio da missa da meia-noite ao convite irresistível da boate, passando pelo cinema, por esquinas, ruas calçadas, bares, profanos lugares.  E a véspera do Natal era uma só; era preciso se ssenhorear daquele momento de encanto, enquanto durasse e se iluminasse o breu.

Embora ainda não fizéssemos jus à cesta ou aos panetones, o ambiente no lar se alterava, se elevava e quanta emoção dava, em torno do presépio, com seus bichinhos, a gruta-manjedoura e aquele tufo de arroz, verdinho, plantado numa lata de sardinha no dia de Santa Bárbara e portanto velho de quase três semanas, adereço indispenável que parecia ter partes com a energética esperança no Deus-Menino.

E nosso presépio ainda havia adquirido a feição meio-oriental quando mana Victa, convertida em paisagista, esculpiu na bruta argila, da amarelada à  violeta, aquelas casinhas abobadadas a gente só via em filmes.

O que nos ligava à agitação externa, à rua enxarcada, entretanto, eram as  lanternas. Uma delas para cada rebento de papai e mamãe, com estrutura de madeira, envoltas em papel celofane, de cores variadas que, com uma vela espetada no centro pendurávamos no alto das paredes externas, junto aos beirais do telhado.

E tinha passante, até mesmo distante viandante, que apreciava aquela manifestação a ponto de comentar que valia a pena o barro amassar só pra ver aquele ispetaco de luzes coloridas.

Na manhã seguinte, terminado o desembrulhar de presentes em que Papai Noel se fizera representar pelas nossas vizinhas tias, a hora era de verificar como as  lanternas haviam enfrentado as rajadas, trovoadas e aguadas da noite. Umas poucas sobreviviam intatas, protegidas contra a ventania. A maior parte aparecia chamuscada, nua, já queimadas vela e papelada, mas valera, ah como valera a noite encantada!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ReykjaviK



ReykjaviK é o nome de mais uma música do já saudoso professor Reinaldo, composta em parceria com o Jonba e William Santiago. O significado da música fala por si e traz boas lembranças para os amigos mais próximos e aos contemporâneos deste movimento musical ocorrido em Pitangui. Então, em homenagem aos pitanguienses de várias gerações que por vontade, ou destino correm o mundo mas levam a terrinha na mente e no coração pra lá de Reykjavik.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O Sineiro do Bom Jesus - Crônica de Paulo Miranda


Singelinha como ela só, a capela do Bom Jesus não deixa de continuar um encanto. Toda alva de paredes e de portas e janelas azul-claras. Situada no meio do morro da Paciência quando de sua origem - que cheira a coisa do século XVIII, ela hoje está incrustada no coração ampliado da cidade de Pitangui, a chamada Sétima Vila do Ouro da Província das Minas Gerais.

O ouro, que era mormente de aluvião não demorou muito a esgotar, mas o brilho, e o brio, nunca deixaram a Velha Serrana, dos casarões coloniais, das serestas imortais, das disputas figadais e, muito menos da fé de nossos ancestrais, que quase nem cultivamos mais...

Nas celebrações da Semana Santa, cuja gravidade já foi tanta, invariavelmente na Quarta da Paixão, é o Senhor que, da dita capelinha, sai em seu andor - carregado e acompanhado sempre pelos varões - ao encontro de sua Mãe Maria, ela que por sua vez, provém da igreja de São Francisco, sita em subida oposta da cidade, acompanhada somente pelas mulheres. Ambos, Mãe e Filho, após sinuosos trajetos confluem para a rua Padre Belchior, central, onde sob a compunção dos fiéis, e a prédica inflamada do vigário encontram-se e se despedem, na preparação para o Calvário.

Em tempos não muito remotos, cinco, seis décadas, o movimento da capelinha do Bom Jesus não se circunscrevia à Quarta do Encontro, ou às preces e recolhimento dalgum vizinho ou eventual passante. Não. Tinha muito mais atividade, como missas regulares, catecismo, encontros de jovens e um fervor que fervia, quiçá até no recesso de sua sacristia.

E tinha sineiro também, para convocar os fiéis. Um menino, aliás. E bem vizinho da capelinha, dali do Beco dos Canudos, o que favorecia sua pontualidade. E que anos depois se mudaria para Belo Horizonte para a sua realização familiar, acadêmica e profissional bem sucedidas, e tanta outra alegria da vida, mas que nunca se esqueceria desse seu gregário alvorecer que, quem sabe, pode até no seu "résumé" aparecer? Pode crer

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Vesperata de Natal

Traga sua família e venha participar desse bonito evento.


Vandeir Santos



Um pitanguiense na Marinha do Brasil

A juventude pitanguiense dá mais uma prova de sua competência. Nesse último fim de semana ocorreu no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk - Ilha das Enxadas - RJ - a formatura de novos oficiais da Marinha do Brasil. Dentre os formandos está o jovem pitanguiense Jônathas Vinícius do Vale Silva que se tornou 2º Tenente do Quadro Complementar do Corpo de Fuzileiros Navais.

Jônathas com os pais Uilton Luís da Silva e Francisca do Vale Silva

Nascido em Pitangui a 13 de janeiro de 1990, Jônathas é filho do bom-despachense Uilton Luís da Silva e da pitanguiense Francisca do Vale Silva. Fez o ensino médio na Escola Estadual Monsenhor Arthur de Oliveira - EEMAO. Terminado o ensino médio, presta concurso para Agente de Polícia, tornando-se policial civil, cargo que ocupou até o início desse ano quando foi aprovado no concurso da Marinha.  Mesmo com a estabilidade do serviço público Jônathas deu prosseguimento aos estudos e posteriormente se formou em Engenharia Mecatrônica no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais - CEFET-MG. Aluno exemplar e dedicado, prosseguiu com os estudos concluindo o mestrado em Engenharia Elétrica. 

Jônathas recendo de seu pai a insígnia de 2º Tenente 

O jovem que iniciou sua vida profissional no Verdurão do Periquito é um exemplo vivo do poder transformador da força de vontade em vencer os desafios que a vida nos impõe. Jônathas é um exemplo para todos os outros jovens pitanguienses que em sua maioria são desprovidos de oportunidades na Velha Serrana. Com determinação é possível abrir novos horizontes e criar uma sólida carreira profissional. Parabéns ao Jônathas, que continue sendo motivo de orgulho para a família e para Pitangui.

Vandeir Santos












quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A gota d'água ardente

A torre no espelho d'água. Arquivo Daqui de Pitangui.
Em se tratando da história da nossa região, a primeira década do século XVIII foi marcada pelo descobrimento do então Arraial do Pitanguy em 1709, por Bandeirantes Paulistas em busca do ouro pelo interior do Brasil Colônia. Mas os principais fatos registrados pela história até então, remetem aos anos anteriores e sucessores à elevação do Arraial à Vila, em 1715. O ano de 1716 por exemplo, foi destacado pela publicação de bandos (decretos) de Domingos Rodrigues do Prado contra o pagamento do quinto do ouro sob o lema "Quem paga morre"! Em 1717 (quando a dívida de Pitangui com a Coroa totalizava sete arrobas de ouro) a intensificação das cobranças daquele impostos também foi motivo de revoltas e conflitos. Em 1718 com a posse do novo Governador da Capitania, mais contendas ocorreram em Pitangui. Até que a "gota d'água ardente" foi em 1719 quanto houve a tentativa de taxação sobre a cachaça - gênero de primeira necessidade para os garimpeiros e escravos na extração do metal precioso - o que culminou no grande Motim de 1720, o maior conflito armado contra as tropas da Coroa Portuguesa.  


A virada dos 300 anos, 9/6/15. Foto: Ricardo Caldas.

Ou seja, neste e nos próximos anos temos a oportunidade de explorar cultural e turisticamente "Os 300 Anos dos Motins de Pitangui". Como? Promovendo peças teatrais (cujos temas são dignos de minisséries globais), festivais de música, dança, e gastronomia em torno da tradicional cachaça de Pitangui; por meio de eventos de arte, fotografia, cinema e artesanato sob o tema dos motins. A cidade e os seus potenciais precisam ser pensados de forma coletiva e promovidos num grande produto turístico. Sob esta ótica pós 300 anos, no domingo do carnaval 2017 será realizada a 8ª edição da Lavagem do Bandeirante, para ser mais uma opção no calendário carnavalesco da cidade. E paradoxalmente, o lema deste motim cultural será "Quero paz na minha Vila"! Bora celebrar os 300 anos dos Motins de Pitangui?!


 Foliões na praça da Penha, carnaval 2016. Arquivo Daqui de Pitangui.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Muros de Adobe

Parede de adobe. Foto: Léo Morato 2011.

Por Paulo Miranda.


Temo que você não mais os veja na tricentenária Pitangui. A não ser nas fotografias mais antigas, de cinquenta ou mais anos passados.
Papai não levou muito tempo para me explicar as diferenças entre o adobe e o tijolo. As dimensões, o processo do fabrico, essas coisas. E o google agora, ilustradamente, mas confirma.

Não eram, efetivamente dos favoritos da garotada de meus tempos escolares para receberem os arremedos do grafitismo, da pixação, que então, compunha-se de não mais que uma palavra essencial, monossilábica e que, mesmo erroneamente acentuada, era a mais próxima que se tinha de céu. Grafada com toco de giz roubado, ou mesmo pedaço de carvão porventura, achado.

E sem ter muito a ver com as calças, os muros de adobe resistiam, no finalzinho da década de cinquenta e albores dos anos sessenta. De
quase meia dúzia deles, já nem todos inteiriços, eu me lembro por estarem em meu caminho da escola.

O primeiro era justamente na entrada do Beco dos Canudos, o Becanudo que a gente dizia, bordejando o quintal do casarão do Angelino, o
homem dos ói azulim que incentivava a gente a prender passarim, fazendo gaiolas...

O segundo, já mais estendido, e até coberto por umas telhas portuguesas, separava a casa-venda do Vinício do sobrado da Tilita. Tinha um buraco, onde a douda Sabina se sentava e proclamava sem cessar seu amor pelo mocetão Marcelo, primogênito do dito Vinício.

E o terceiro, ia na sequência do casario que ia subindo a ladeira e ligava o também casarão do João Bila à igualmente antiga casa colonial
onde funcionava o consultório dentário do Dr Ubaldo, já entrando na praça da matriz.

O quarto já era - transposta a praça da matriz, por detrás do templo e do fórum - na rua do próprio grupo onde estudei, o José Valadares, dito grupo véi, que funcionava no outrora mais imponente sobrado da cidade, o casarão de Maria Tangará. Esse muro era até mais imponente, e mais bem conservado do que os precedentes.

E todos eles se foram. Deram lugar a novas construções, ou mesmo vagarias sem edificações. Ida inglória, num hiato de nossa história.


Links relacionados:




http://daquidepitangui.blogspot.com.br/2010/03/restauracao-do-casario-historico.html

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Qué interrá não? Comêle!

Nessa época de polêmicas relativas ao aumento da taxa de sepultamento em Pitangui me vei a memória um caso que minha mãe contava. Segundo ela, há muito tempo atrás, lá pelas bandas da localidade de Pedro Nolasco lavradores se juntavam para cultivar a terra em conjunto. Era mês de janeiro e chovia muito e num fim de tarde apareceu um estranho pedindo para passar a noite no rancho construído pelos lavradores. 

Quando amanheceu tentaram acordar o homem mas verificaram que ele havia falecido durante a noite. Sem alternativa resolveram levar o defunto para um enterro digno no cemitério de Pitangui. O problema era a distância, a sede se encontrava a cerca de 20 quilômetros da cidade, o antigo cemitério de escravos da fazenda Ponte Alta já se encontrava desativado e o de Campo Grande ainda não existia e a solução foi improvisar uma padiola e carregar o morto pela estrada lamacenta revezando o ofício entre eles.

Chegaram a Pitangui no fim da tarde debaixo de uma chuva fina, exaustos e sem almoço. Quando procuraram o responsável pelo cemitério foram perguntados pelo "dicumento" do morto. Zezinho da Barba era um dos lavradores e ao se ver indagado sobre os documentos do falecido interveio de forma intempestiva:

Dicumento? Esse hômi apareceu lá na roça onti a noite, pidiu pra posá no nosso rancho e amanheceu morto. Não sabemo nem o nome. Andâmo o dia intero carregano esse defunto debaxo de chuva, não almocemo e tâmo cansado. Qué interrá não? Comêle!

Deram as costas e voltaram para a roça. O defunto? certamente o não foi jantado. 

Vandeir Santos

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Do boteco pro bar - Crônica de Paulo Miranda


Do boteco pro bar, foi o Teco mudar, antes da década de 60 se inaugurar. E não num tico, mas em dous tempos porém, pra não estafar. E tudo ali do lado de cima da pracinha da estação e da fábrica do povoado de São Gonçalo do Brumado.

O boteco era miúdo, singelo e a lembrança que a ele me prende é de ver, e cobiçar, entre as miudezas expostas na vitrine do balcão, os cadernos escolares "Avante", o chaveiro a que se chamava comumente de "pegadô" e os bonés da aba espelhada.

Sem lograrmeus intentos imediatos de terceiro grau, contentei-me com um par de bolinhas de gude que a venda de garrafas vazias, e laboriosamente por mim asseadas, havia produzido. Transação toda efetuada no próprio boteco do Teco. Que, aliás, era parente, de terceiro ou quarto grau.

Já o bar, ah, o bar era mais espaçoso, tinha mesas e cadeiras espalhadas, mesa de sinuca, a geladeira enorme, horizontal, de onde saíam os picolés, os sorvetes e as cervejas que a homaiada do vilarejo consumia e, que para deixarem o registro de seus feitos, dipelavam os respectivos rótulos que se soltavam com facilidade assim que a garrafa começava a "suar", e o passavam para o forro de madeira verde no teto do bar.

E do piso de vermelhão a gurizada - e se quisesse também a muierada - podia apreciar aquele espetáculo inusitado bem acima de nossas cabeças, de rótulos de cerveja colados no teto, como se fosse um ceuzinho particular, estrelado aquele bar.

Nunca cheguei a ver a materialização de uma ação daquelas, mas minha suposição é de que a mágica se produzia com a ajuda de um lenço de bolso, dobrado, bem empapado de umidade, sobre o qual se colocava o rótulo virado com o respectivo traseiro para o forro verde, e com um bom arremesso, garantia de sucesso.

E o bom Teco, cujo nome, pelo visto, era Evaristo, mantinha-se impassível, servindo a freguesia, rodeado das suas muitas graciosas filhas moças que, na falta dum filho varão, em mutirão, nunca o deixavam na mão. E enquanto acumulavam um modesto tesouro quiçá, distraído o olhar do pai, se arriscavam a algum namoro, sem porém perderem o bom decoro.

sábado, 3 de dezembro de 2016

As aventuras de Vandeir (Jones) Santos


Pelos caminhos da Sétima Vila do Ouro e região, não se assuste caso você encontre um sujeito todo equipado, com uma parafernália estranha na mão. Não é um ataque alienígena nas paragens do Pitanguy, é o Vandeir com o seu detector de metal em busca dos tesouros perdidos.

Vandeir em trabalho de campo. Foto: Acervo pessoal.

O cidadão Honorário de Pitangui, tem feito alguns achados importantes, sem muito valor financeiro, que são testemunhos dos nossos processos históricos. Como exemplo citamos peças da fábrica de tecidos do Brumado, ponteiros de ferros dentro de antigas minas de ouro e objetos do antigo casarão de D. Joaquina do Pompéu.  As referidas peças foram doadas ao Instituto Histórico de Pitangui e para o Museu de Pompéu. Nos vídeos abaixo estão alguns registros dessas aventuras do Vandeir Jones e amigos. Vamos aguardar os novos achados e, se tudo der certo, tem coisa boa vindo por aí!